sexta-feira, 19 de junho de 2009

Poder Naval

A pedido do NC foi colocada na secção "Mais Mares" uma ligação para o blogue brasileiro "Poder Naval", o qual também apresenta notícias sobre a MP (a imagem é do dito blogue e mostra o baptismo do NRP "Arpão")

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Cartazes - IV



Outros eram claramente a favor dos transsportes públicos, mas nem de táxi lá foram...

Cartazes - III



E, numa altura em que as senhoras querem perder peso para mostrarem um corpo esbelto nas praias, esta da Europa "mais forte" parece mesmo fora do contexto...

Cartazes - II


Quanto a estes senhores, ainda não sabem que está para vir a primeira avestruz que meta a cabeça na areia... Deviam ver mais vezes o canal National Geographic.

Cartazes - I


Eu bem desconfiava: andava por aí um imenso cheiro a suor!

Haja Deus (e Algum Bom Senso)!

Desde que começou a discussão do famoso TGV que tenho lido e ouvido muita asneira. Finalmente e pela primeira vez, alguém fala do assunto como deve ser.

Assim, tomo a liberdade de transcrever, com a devida vénia, um magnífico artigo de Daniel Deusdado, publicado no caderno de Economia do Expresso de 15 de Junho de 2009:

"TGV, a culpa de Napoleão
Daniel Deusdado
(Expresso, Caderno de Economia, 13 de Junho de 2009, Página n.º 15)

Depois das invasões napoleónicas, três países construíram caminhos-de-ferro com medidas (bitolas) diferentes das de França (e da Europa): Rússia, Espanha e Portugal. É esta tragédia histórica que, em parte, nos faz hoje estar a discutir o TGV.
Construir “auto-estradas” ferroviárias (na Península Ibérica) coincide com a necessidade de nos compatibilizar com a bitola europeia. Espanha tem o maior plano ferroviário da Europa e vai mudar tudo (velhas e novas linhas). Nesse quadro, Portugal, se quer ter acesso a Espanha e à Europa (sobretudo nas mercadorias), também tem de mudar de bitola.
Nas novas linhas, as mercadorias não viajam a 300 km/h (da mesma forma que nas auto-estradas os camiões não circulam a 200). Pretende-se, sim, substituir camiões por um transporte mais limpo e económico. Além disso, os nossos portos podem ter outro potencial se as mercadorias transcontinentais descarregarem em Sines ou Leixões e chegarem ao Centro da Europa sem interrupções de compatibilidade ferroviária.
E os milhões gastos na Linha do Norte? Nem foram totalmente inúteis (a linha lá funciona) nem converteram uma “estrada nacional” centenária numa “auto-estrada para o Alfa. O TGV não poupa meia hora entre Lisboa e Porto – reduz a actual viagem para metade (1h15). E Évora e Leiria estarão a 30 minutos de Lisboa. É produtividade e descentralização. Não interessa? Uma coisa necessária pode não ser urgente. Mas, clarifique-se: é inútil fazer-se o TGV?"
Alguém quer comentar?
Tenham um bom resto de semana
Abraços

terça-feira, 16 de junho de 2009


No dia 12 de Junho terminaram, nos Estados Unidos, as emissões de TV por radiodifusão analógica, que duraram cerca de setenta anos. Nesta data cerca de três milhões de lares não estavam preparados para a mudança. Por cá, parece que a transição é em 2012, o que nos dá tempo para ir adiando a compra de um novo televisor. Como nunca nos preparamos a tempo para nada, podemos contar com pedidos de adiamento, abaixo assinados, períodos de transição, etc.

O Governador

Assisti durante mais ou menos 1 hora à inquirição do Sr. Victor Constâncio na Comissão de Inquérito ao caso BPN. Nunca imaginei que fosse possível alguem defender uma causa dizendo que "se tinha de acontecer, aconteceu". E fazendo jus ao seu nome, foi constante na sua posição. E eu que julgava que quando há bronca no estabelecimento quem tem de arcar com as culpas é o chefe. Sou mesmo antiquado.....
E mais espantado fiquei quando vi o Sr. Constâncio levantar-se e dizer que agora ia fazer um intervalo .... e depois ir conversar com um deputado e não ligar nenhuma ao que a Presidente da Comissão lhe queria dizer!. Belo exemplo das virtudes democráticas. O que vale é qua a minha neta ainda não percebe o que lhe dizem.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Praias da Linha

Pode faltar areia a muitas, pode sobrar o mau cheiro a algumas, mas ninguém regateará beleza a todas as nossas praias da Linha.
Fruto de um longo passeio pedestre matinal, como preparação para as "Marchas", aqui fica a minha homenagem a esses espaços de lazer e de comunhão com a natureza.
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quarta-feira, 10 de junho de 2009

O 10 de Junho


Vi pela televisão a cerimónia militar do 10 de Junho, em Santarém. Nenhuma novidade em relação aos anos anteriores. As mesmas caras de pau na tribuna, a mesma insistência em pôr as meninas de Odivelas a marchar (de quem será a brilhante ideia?), o mesmo ministro a querer mostrar serviço, os mesmos comentários pelos relações públicas dos ramos, que nos massacram sem descanso horas a fio. Repete-se o mesmo mote até à nausea, que é: somos muito modernos, fazemos muitas missões de interesse público, somos muito conjuntos, rentabilizamos ao máximo os meios. Ou seja, sempre que falam parece que é para justificar a existência das Forças Armadas, quase pedindo desculpa por existirem. Se o alvo da mensagem é o público em geral, este não percebe nem o conteúdo, nem a insistência; se o alvo é a Assembleia da República, não é aqui que se trata disso.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Almoço OCeano de 9.6.09

Com uma participação reduzida, mas sempre excelente, realizou-se hoje o nosso habitual encontro mensal.
Dado o pequeno número de presenças, ainda se tentou a presença dessas duas ilustres personagens, mas sem êxito, certamente por o convite ter sido feito em cima da hora.
A intenção era convencê-los a candidatarem-se às próximas legislativas, como independentes. Se lograssem obter os votos dos abstinentes destas últimas, ganhavam com toda a certeza e o país também muito ganharia com isso.
Nota: Ainda se fará o almoço do próximo mês.

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Joaquin Sorolla


Aproximam-se as férias e a vontade de viajar. A quem for a Madrid recomendo uma exposição retrospectiva completa do pintor Joaquin Sorolla, talvez o mais conhecido pintor espanhol do século XIX. Terão oportunidade de ver catorze telas monumentais, chamadas Visões de Espanha, que estão em Nova Iorque desde que foram pintadas. São 102 telas, até 6 de Setembro, no Museu do Prado.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Vigiando as costas dos outros



Passei-me. Fiquei tão passado com esta moda de a vigilância (diria melhor, a não vigilância) da nossa costa estar entregue à GNR, que resolvi vigiar a costa de Israel durante um passeio pela Jordânia. A quem não levava radar nem binóculos, não se pode pedir mais.

sábado, 6 de junho de 2009

O Dia Mais Longo

Registemos aqui o 65º aniversário da invasão da Normandia, já que não aparece mencionado em qualquer dos meios de comunicação social. Nas celebrações de hoje os veteranos presentes andam na casa dos oitenta e cinco anos, mas há quinze anos, na casa dos setenta anos, havia imensos em romagem pela França e Bélgica, que segui de perto, visitando as praias e cemitérios. Essas celebrações tiveram uma cobertura mediática excepcional em toda a Europa, que eu, então na Bélgica, pude seguir na televisão Nesse dia, à hora do telejornal, liguei para a RTP e a notícia de abertura, lida pela Judite de Sousa, era a transferência do Figo do Sporting...

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Ou... o doido sou eu?

Li hoje no Diário de Notícias a notícia que pode ser vista a partir daqui e que me espantou.
Na nesma página da edição em papel, vinha uma foto de um agente da GNR a vigiar a nossa costa de... binóculos! Ao lado, uma pequena caixa com a informação da GNR de que não necessitava da ajuda ds Forças Armadas para aquele efeito.
A notícia da cedência a Espanha da vigilância da nossa costa portuguesa, por mais barata que se apresente agora, porque não o irá ser seguramente a médio ou a longo prazo, fez-me recordar aquela história da fusão de Portugal e Espanha, na óptica espanhola.
Rezava assim: Os dois paises passavam a constituir um só e o 1º Governo era dado de mão beijada a portugueses; daí para a frente era formado com base em eleições directas.
Custa-me a acreditar, melhor, não acredito, que haja almoços grátis.
Já agora e na sequência lógica daquele critério economicista, porque não pensar em economizar uns patacos, convencer (talvez não fosse preciso, bastaria apenas propor-lhes o que eles aceitariam de braços abertos) os nuestros hermanos - espero que apreciem esta jogada antecipada de adaptação linguistica - em tomar a seu cargo a nossa Defesa Nacional e acabar de vez com este cancro delapidador de recursos que são as Força Armadas, recursos que o Governo muito melhor empregaria noutros sectores, não só públicos mas também privados, nomeadamente em auxílio de quem todos estamos a pensar?