quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Quem fala assim ... não é gago!!!
Nota: Para ler um artigo do "Público" sobre esta matéria basta "clicar" aqui.
Onda do
Luís Silva Nunes
@
12:03 –
tem 3
comentários
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Colóquio
Vai realizar-se no próximo dia 24 no ISCTE um colóquio subordinado ao tema “Militares e Sociedade, Marinha e Politica”.
A entrada é livre e todos podem participar.
Os interessados podem consultar o programa aqui.
Cartaz
Desdobráveis

Onda do
José Cruz
@
14:19 –
ninguém comentou
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Estórias da nossa vida
Portugal desce no índice global de competitividade.
Onda do
Ramiro Soares Rodrigues
@
17:24 –
ninguém comentou
sábado, 11 de setembro de 2010
A propósito do texto do Raúl PL
Porque já passou mais de uma semana e porque a escrita no “blog” não tem tido grande actividade, tomo a liberdade de em vez de colar um comentário colocar mais um “post”
Este texto, que vem a propósito da questão dos hospitais militares, é, mais do que tudo, um verdadeiro grito sobre a “condição militar” que tem andado muito esquecida por ambos os lados. Para os políticos o que lhes interessa é que se respeitem as restrições dos militares. Para os Militares o que os tem preocupado são as remunerações. É certo que são importantes mas não é tudo para quem lhe é exigida a vida para defender a comunidade (curiosamente a Constituição dá como dever do militar defender a Républica enquanto ao normal cidadão defender a Pátria....Mas que me conste ninguem se atreve a propor uma alteração). E o que o Raúl aponta é, na realidade, aquilo que poderá de algum modo compensar quem nunca terá remuneração que pague o que se lhe exige. Não percebo porque é tão compreensível os bónus aos gestores públicos e é considerado desajustado aplicar algumas “mordomias” no âmbito da Condição Militar! O presente texto que bem poderia servir de guia para as Chefias Militares quando falarem com o poder político!
Mas passando á questão que é o tema do texto do Raúl algumas breves considerações:
1.Neste assunto, como em anteriores, o silêncio das Chefias é ensurdecedor. Tenho para mim que um Chefe tem que dar a cara pela sua corporação em público e não sómente, como eventualmente têm feito, nas audiências ou reuniões de gabinetes, o que os políticos muito agradecem. Ficamos, como escreve o Raúl, sem saber qual a sua posição e pior, e para a sociedade cívil é que tudo isto não passa de uma tentativa de manter previlégios.
2.Concordo plenamente com o que o Fernão comenta sobre quem tem interesse em que não haja FAs. Pena é, não terem coragem de o afirmarem publicamente. Afinal o 25 Abr nada alterou nas mentes e consciência desses senhores.
3.Assisti á parte final da reunião no CMN. Também me pareceu desajustada a decisão de pedir uma audiência ao MDN. Que lá fosse o CEMA, dando voz pública á sua corporação. Mas vi muito entusiasmo da assistência nessa linha de acção, que teve o desfecho espectável, mesmo para os politicamente incapazes como eu. Se eu fosse Ministro teria a mesma reacção escudando-me que quem me informa é o CEMA. E não se traga á baila que até antes do 25 Abr o Ministro da Marinha não recusou o diálogo! No contexto da época o MM era o gestor directo da corporação (respondia directamente ao Presidente do Conselho de Ministros e os Superintendentes dependiam dele).
4.E neste contexto, também não percebi porque um dos Almirantes da mesa da reunião, que com a sua longa experiência política, não terá contrariado a ideia!
5.Embora seja assunto paralelo, discordo quando o Raúl afirma que não deveria ter sido alterada a forma de escolha dos CEMs. Tenho para mim que o CEM deverá sair do grupo de Of Generais com 3 estrelas. Uma vez que para chegar a 3 estrelas é sempre através de escolha do Ramo, que tenham cuidado quem promovem.
Onda do
Orlando Temes de Oliveira
@
17:39 –
tem 1 comentário
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Fazer o que ainda não foi feito
Confesso que sou lento a ler o Expresso. Só hoje, 5ª feira, cheguei à página n.º 22 do Expresso Economia do passado sábado, 4 de Setembro, e li, deleitado, o artigo acima, o qual reproduzo com a devida vénia.
O que é que ainda não foi feito? A redução dos salários dos funcionários públicos: uma redução de 10% permitiria, segundo o autor, reduzir a despesa em 2 mil milhões de euros por ano (o equivalente a, mais ou menos, quatro submarinos). Alternativamente, digo eu, reduzir o número de funcionários públicos a 90% do número actual (em todas as categorias, não apenas nas de salários mais baixos), alternativa que o autor não recomenda.
Quando falei nisto, ao almoço, a dois funcionários públicos (reformados) a reacção foi: coitadinhos dos funcionários públicos, que já sofrem tanto!
Isto é que vai uma crise!!
Recomendo a leitura crítica deste artigo.
Tenham um bom fim de semana!
Onda do
Jorge Beirão Reis
@
21:50 –
tem 2
comentários
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Já aí anda...
Onda do
J.N.Barbosa
@
15:35 –
tem 1 comentário
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Época de furacões
Onda do
J.N.Barbosa
@
00:19 –
ninguém comentou
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
MINA NO CHILE
Sempre com a obrigatória reserva que devemos ter com respeito à correcção das notícias que nos chegam; afirma-se que submarinistas chilenos irão ajudar os mineiros que estão encerrados numa mina há não sei qunto tempo e que ficarão assim ainda por bastante.
Onda do
Fernão
@
14:47 –
ninguém comentou
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Espiões militares
Apesar de aparentados com os mouros,não estou a ver o nosso tenente Silva ou o nosso cabo Santos vestidos de beduinos a conviverem com os indígenas, a discutir futebol em urdu ou árabe!
Talvez se fiquem pelo quartel a fazer recortes da imprensa local, aonde apõem no fim o carimbo de confidencial...
Onda do
J.N.Barbosa
@
17:02 –
tem 3
comentários
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
BOA NOTÍCIA
O edificio ... com a m* que a Estradas de Portugal, EP construiu custou 1,5 milhões de euros mas serviu apenas dois anos. Inaugurado em 2007, o imóvel foi totalmente esvaziado em 2009 e entregue ao Ministério das Finanças....Há indicios de que ele passou para a tutela do Ministério da Defesa."
Onda do
Fernão
@
22:43 –
tem 4
comentários
sábado, 21 de agosto de 2010
Ainda e sempre o nosso Património Naval
Ainda não tinha sequer sido admitido como cadete na Escola Naval, quando recebi a primeira guia militar onde constava o meu nome, para então ser presente a inspecções médicas no Hospital de Marinha.
Nunca mais esqueci a emoção da entrada no imponente átrio do edifício, pleno de históricas alusões à sua fundação e finalidade, testemunhando com a grandiosidade austera da sua construção, a importância que o país e os seus governantes conferiam à instituição que passava a integrar.
Já incorporado na Marinha, um dos passos externos seguintes, seria a admissão como sócio do Clube Militar Naval, também ele sedeado num histórico e glamoroso edifício, em tempos a residência de um ilustre médico de Marinha, e então sede daquela colectividade prestes a comemorar o seu primeiro centenário.
Do Hospital recordo a profusão de vezes que, ainda cadete e de guia na mão, me apresentei para ser presente às mais diversas consultas e fazer alguns exames clínicos, felizmente sem outros registos para além das pequenas cáries dentárias e do acne juvenil, e quase sempre averbados à segunda-feira de manhã, o que dava imenso jeito, quer para pernoitar fora no domingo, quer para evitar a maçada das aulas do Macias e do Monteiro.
Do Clube lembro a ousadia, e também o respeito, com que o frequentava, ombreando ao almoço ou na sala de leitura com professores e oficiais generais, muitos deles já reformados, referentes da organização que tinham servido (a expressão «sem se servirem» nem sequer entrava no léxico e só por isso será aqui descabida), exemplos humanos e militares, que em cada momento ainda colaboravam, visando sempre a garantia da transposição dos valores do passado e intervindo a partir daquela tribuna privilegiada.
Do Hospital recordo mais tarde, já depois de ter estado em comissões em África, de 1966 a 1975, de ali ter sido operado pela segunda vez (a primeira tinha sido em Moçambique), em resultado de um acidente em combate, e sobretudo a extraordinária eficácia do cirurgião José Albino Rebelo, muito contribuindo nessa mesma sequência os hábeis sargentos enfermeiros fisioterapeutas para a minha recuperação acima das melhores expectativas, competência a que não foi certamente alheia a esforçada e porventura dolorosa experiência daquele médico na retaguarda de guerra na Guiné.
Do Clube lembro ainda que era sempre o meu porto seguro nos intervalos de poucos meses que passei em Lisboa ao longo daqueles anos. Mas era também aquele o local onde tantas vezes assisti, quando era proibido falar cá fora e não havia medo de falar lá dentro, às mais variadas abordagens das questões que interessavam à Marinha, enquanto instituição militar, ou que respeitavam tão só ao País, enquanto Nação obrigada pela sua História a privilegiar valores humanos, morais e patrióticos, e que por isso também respeitavam então forçosamente à Marinha.
Mais tarde, já depois da minha prematura passagem à Reserva em 1988, então no posto de capitão-de-fragata, face a diversas vicissitudes da vida e felizmente porque tenho sido saudável, e porque não dizê-lo também, porque já não conheço pessoalmente quem ali presta serviço, o que muito agilizava antes o atendimento, pouco tenho frequentado o Hospital de Marinha. Vou com regularidade ao Hospital da Estrela, porque me fica muito mais perto. Solidário, por também ter sofrido um acidente na guerra, o porteiro deixa-me estacionar o carro (uma mordomia!) e … francamente até não me incomoda que, sendo capitão-de-fragata, me tratem ali por capitão. (Ainda não cuidei de saber se tratam os contra-almirantes por contras!)
Agora, que os do meu tempo já estão no Outono da vida, tenho tido notícia de que, com regularidade, e mesmo sabendo que o Hospital de Marinha não tem serviço de urgências, muitos para ali são transportados a seu pedido quando sentem chegar a hora do aperto.
Ocorre-me que há cerca de 15 anos, numa das últimas vezes que entrei no nosso Hospital, encontrei uma velha praça que comigo servira a Marinha durante meia dúzia de anos. Tinha sido promovido a sargento ao fim de 30 anos de carreira, e eu que nem dera por isso, continuava a tratá-lo por tu. Estava então atacado pelos «diabetes», e apenas num segundo momento, quando o enfermeiro chamou o sargento Fausto (Cordeiro de Sousa) à consulta, o pude constatar. Também a mim não me corrigiu no tratamento, mas ainda assim foi a tempo de me informar, usando aquele eterno código, tão peculiar daquelas «nossas casas»: - O Hipólito destacou daqui ontem! Passado muito tempo, também o Fausto um dia viria dali a destacar para sempre. Terá sido então que compreendi melhor porque a nossa gente, que em geral e tal como eu, um dia receberam para ali a primeira guia militar e ali foram sempre tratados das suas mazelas, não querem morrer num outro hospital qualquer, preferindo finar no Hospital de Marinha e eventualmente ter o posto e o nome colocados por uma última vez na sua guia de marcha.
Aquela tem sido a última ligação à Marinha para tanta gente que a serviu, porventura a única durante muitos dos seus últimos anos!
Continuo a frequentar o Clube, mesmo depois de ter deixado de tentar jogar «bridge». Almoço com alguma regularidade, frequento as salas de leitura e sobretudo o bar, por ser aquele o local onde mais se confraterniza com amigos e camaradas. (O Zé Adriano fica desde já autorizado a mostrar as minhas contas, onde é facilmente demonstrado que bebo moderadamente).
Nestes últimos anos, embora tenham sido raras, tenho procurado estar presente, e algumas vezes até intervir, em colóquios promovidos no Clube. Talvez porque antigamente o fruto proibido e a saudável rebeldia dos oficiais de Marinha prevalecia sobre a comodidade e os interesses pessoais dos dias de hoje, comparativamente a frequência destas palestras é agora em geral muito reduzida.
Foi assim num debate com jornalistas (Rogeiro, etc.), foi assim numa conversa sobre pescas (sindicalista Piló e outros), foi assim quando da presença da primeira-dama de então, quando o tema era a Cruz Vermelha, e para não parecer mal, até seriam «arrebanhados» para a sala alguns consócios que estavam a jogar gamão.
Não foi assim quando presidiu o CEMA a uma conferência sobre o Mar que teve como convidado de honra, o então Secretário de Estado Adjunto do Ministro do Mar, e a sala de jantar com lugares marcados estava repleta de oficiais generais e superiores do activo, dos quais apenas me lembro de ter intervido um vice-almirante e um capitão-de-fragata.
Não foi assim recentemente quando o tema foi a Reforma dos Hospitais Militares, embora a esmagadora maioria dos presentes, e sobretudo dos interventores, fosse a dos sócios reformados, grande parte dos quais eram os «soixante-huitards» das gloriosas noites de antigamente no Marquês de Pombal. Não me lembro de ter estado ultimamente numa reunião do Clube em que conhecesse tanta gente, embora de alguns já não me lembrasse o nome, (problema da idade), como de resto verifiquei o mesmo em relação a mim, na outra face da moeda.
Confesso não ter estudado o dossier de informação disponível com a atenção que seria devida ao tema. No entanto fiquei ciente das razões de natureza militar, técnica, clínica e até económica que desaconselham o fecho do Hospital da Marinha. Restavam as políticas.
Para além das elucidativas explicações dos promotores e do médico convidado, o clima geral das intervenções dos assistentes foi sendo sempre, quanto a mim, de grande solidariedade corporativa, talvez demasiada.
A minha primeira intervenção, quando já próximo do final da sessão pedi para usar da palavra, centrou-se exactamente na questão da fraca ou nula participação de sócios do Activo. Sem ela, parecia-me que a leitura externa do evento podia resvalar para uma falaciosa interpretação de temor de doentes e afins perante o fecho dos seus serviços de saúde, tal como tantas vezes assistimos na TV, quando cobre os centros rurais.
A segunda questão que coloquei, quanto a mim a mais decisiva e que levou ao actual estado de coisas, tem a ver com a forma como os políticos em geral e a sua comunicação social em particular, têm vindo a preparar a opinião pública em desfavor das Forças Armadas. Como com a Educação.
Paulatinamente, e quase sempre com o silêncio dos que podiam e deviam sair a terreiro em sua defesa e em defesa da verdade e da forma de ela ser expressar sem equívocos, vão surgindo regularmente as notícias do militar que bate na mulher, do capitão-de-fragata que se apropria de fundos, do almirante que se enche à custa dos submarinos, de que o pobre país afinal nem precisa … e que culminou entre muitas outras no último 10 de Junho, quando o nosso jornal de máxima referência no combate pela liberdade do 25 de Abril, não deu qualquer notícia sobre comemorações e comemorados do Dia de Camões, detendo-se unicamente numa extensa e proeminente reportagem sobre os Fuzileiros, «os quais tinham trazido há anos, desde Moçambique e roubado à família, uma mascote que depois terão abandonado à sua sorte, sem futuro nem identidade». A cena termina com a patética e televisiva cerimónia pública de um Secretário de Estado Ex-Diversas Coisas a entregar pessoalmente um BI de Primeira Geração ao ex-mascote, promovido finalmente a cidadão nacional, agora acumulando ser um símbolo das preocupações governamentais em matéria de direitos humanos, com direito a uma muito pouco discreta viagem a Moçambique ao encontro da presumível família.
Invoquei então, na reunião do Clube, que o Ministro não tem nada a perder em votos, que é afinal o que na realidade lhe interessa, com o fim ou a redução dos três hospitais militares na cidade de Lisboa.
Tal como até hoje, muito pouco se tem feito em termos de defesa da capacidade submarina perante a opinião pública em geral, praticamente também nada se fez sobre a manutenção dos hospitais militares.
Eles, os políticos, têm absoluta consciência desta realidade, trabalham-na constantemente e quando chegar a hora mais conveniente, não irão vacilar.
Perguntei ainda, no que julgo ter sido mal entendido, se eram conhecidas no contexto do tema, as posições institucionais dos Chefes Militares junto do poder político, isto é, junto do Ministro da Defesa.
O meu ponto seria o de lamentar que não tivesse sido blindada pelo Conselho da Revolução, pela Constituição ou pelos poderes do Presidente da República a antiga forma de escolha dos Chefes de cada Ramo, embora isso apenas o escreva agora. Efectivamente passou-me naquele momento, talvez porque a minha intervenção foi sem sombra de dúvida a menos entusiasmante do serão, e eu estava, à medida que ia falando, tomando plena consciência de algum tédio que ia provocando.
Culminaria o Colóquio com a estratégia da constituição de uma Comissão constituída por dois Almirantes com provas dadas, escolha para que também terá certamente contribuído o bom senso da sua conotação política oposta, ainda um oficial superior que esteve retirado mais de trinta anos, mas que obteve grande experiência em administração hospitalar, a enquadrarem a experiência médica e militar, a reconhecida isenção e a superior estatura cívica de um contra-almirante médico naval.
Ainda no Clube, um pouco fora de horas, conversando à porta do bar com alguns camaradas, manifestei a minha convicção de que o Ministro não iria receber a referida Comissão. Um dos promotores disse-me que não, (olha que não!), que havia «links» que facilitavam a audiência, … Quem sou eu!
Apenas mais tarde viria a tomar conhecimento, através dos poucos jornais que leio e de alguns blogues que frequento, das alegadas posições públicas dos CEMGFA e CEME, o que se outro valor não teve, veio validar as minhas dúvidas expostas na reunião do Clube.
Por último, tomei também conhecimento através do blog de um antigo mestre que todos muito apreciamos, de uma oportuna referência a que o camarada Martins Guerreiro muito teria contribuído para tirar das masmorras o dito senhor... que afinal não o quis receber.
(Coíbo-me de blasfemar, pela única razão da sua não retroactividade!)
Se o Ministro não encontrou aí razões pessoais para receber o antigo Conselheiro da Revolução, que ao menos considerasse o serviço meramente de natureza política que aquele camarada, em termos pessoais e tendo em conta apenas o seu próprio estatuto de figura pública, já que creio votará num outro concelho, prestou ao seu Partido, apoiando publicamente a última candidatura socialista à Câmara de Lisboa, com declaração implícita de o fazer em detrimento da candidatura concorrente.
É este o meu contributo.
Agosto de 2010
R.P. Leitão
Sócio n.º 764 do CMN
(capitão-de-fragata)
Onda do
José Cruz
@
16:40 –
tem 2
comentários
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Portugal no Herald Tribune
Um artigo muito favorável sobre energias renováveis. Ler aqui http://www.nytimes.com/2010/08/10/science/earth/10portugal.html?hpw
Onda do
J.N.Barbosa
@
19:45 –
tem 2
comentários
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Porto e Gaia
O cubo da Ribeira com o D. João (do Cutileiro) à espreita
Mais Ribeira
Douro acima com Gaia em fundo
À nossa ... e até breve!
Onda do
Luís Silva Nunes
@
13:11 –
tem 2
comentários
domingo, 8 de agosto de 2010
Bandeiras e a nossa paciência
No Guincho a bandeira vermelha é a regra e, no entanto, toma-se sempre banho, mesmo com a supervisão dos nadadores-salvadores. A maré sobe, a maré desce, com ondas e sem ondas não mudam as bandeiras ao longo do dia. O pessoal sabe mais que os banheiros e estes limitam-se a deixar correr o marfim.
Em resumo, quem deve decidir da bandeira não sabe ou não quer ter chatices, quem deve obedecer às bandeiras não acredita no sistema e trata da sua vida. É assim em Portugal.
Onda do
J.N.Barbosa
@
11:01 –
tem 3
comentários





