quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
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Água aberta ... no OCeano |
Em 1961, durante o processo que levou à queda da Índia Portuguesa, o então 2º Ten Oliveira e Carmo bateu-se heroicamente, sacrificando a própria vida na defesa de Portugal. Em sua homenagem, a Armada decidiu que o curso a entrar na Escola Naval em 1962 o teria como patrono. Foi o “OC”. Este curso, que desde sempre fomentou e cimentou fortes laços de camaradagem e amizade, vem criar este espaço de contacto, cuidando assim de aproximar o que a lei da vida vai afastando. |
Onda do
Manel
@
22:47 –
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4 comentários:
Estive presente e gostei.
Quatro comentários:
1. Havia militares a mais. O assunto deveria interessar, principalmente, aos civis!
2. Mais importante que Leis de Programação Militar e quejandas é os militares terem o sentido da Missão.
3. Mais importante ainda é os Portugueses viverem o Conceito Estratégico Nacional.
4. Finalmente, convenci-me que os Senhores Deputados eram uns coitadinhos (aliás, como o resto dos portugueses), pois a sua capacidade de intervenção era muito reduzida, o Governo e hierarquias militares não lhes ligando nenhuma. É pena!
Excelente fim de tarde, ouvindo algumas verdades e confissões.
Mas continuo a não perdeber o seguinte:
1- se a Defesa Nacional é o conceito alargado e transversal a toda a actividade e é da responsabilidade do 1º Ministro porque é que se intitula a Comissão Parlamentar de Defesa quando, pelas intervenções dos seus membros, só tratam e se preocupam com a Defesa Militar;
2- assim sendo, é o Conceito que está errado ou o título da Comissão que não está ajustado?
E não serão coisas como esta que proprocinam a confusão, aliás muito saudável para alguns que assim ninguém é responsabilizado?
A tarde foi agradável e instrutiva. Parece que, como corolário do que lá foi dito, logo no dia seguinte há a notícia da revolta do BE e PC por não lhes terem distribuido os diplomas agora para discussão. Quanto à fiscalização do cumprimento das leis...estamos conversados.
Por exemplo:
Lei 25/2000.
Aprovada por unanimidade.
Nenhum ministro a cumpre. E pronto.
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