segunda-feira, 22 de junho de 2009

O Sargento Fuzileiro Guerreiro


O OCeano Fernando Brito Valle enviou para publicação no nosso blogue o que ele chama de um "pequeno escrito", contando um episódio passado na EN, dos anos sessenta, onde a figura em destaque é o Sargento Fuzileiro Guerreiro ... quem não se lembra dele? O texto pode ser "pequeno" em tamanho mas, quanto a mim, não o é em interesse e humor. Para o ler e formar a vossa opinião basta "clicar" aqui.

5 comentários:

O Nunes da Cruz disse...

Obrigado, Valle, por este excelente texto.
Muito mais haveria a dizer sobre essas futeboladas, nomeadamente sobre o horário em que algumas se faziam, mas isso fica para depois.
Neste exíguo espaço de comentário, a propósito do nosso saudoso Sarg. Fuz. Guerreiro, recordo um episódio com piada ocorrido nas nossas provas fisicas de admissão. Cronometrava ele provas de 100m, sob coordenação do então 1º Ten. Martins e Silva.
Às tantas, ao comunicar o tempo de um de nós, que lhe tinha sido recomendado (e que alguns se devem lembrar quem era), querendo corresponder à recomendação, gritou lá da meta, alto e em bom som, com ar convicto, um tempo da ordem dos 9 segundos e qualquer coisa. O Ten. Martins e Silva, incrédulo perante aquela nova esperança do atletismo português, só lhe conseguiu retorquir:
- Oh sr. Guerreiro, olhe que isso é record mundial!

O Manel disse...

O texto do Gr... é verdadeiramente fabuloso

O FdaPonte disse...

O Saargento Guerreiro, em 66 foi para a Guiné como Sarg Ajud na Comp9 de Fzs onde estavam o Perry, o Hita Vacas e eu, sendo Imed o Manel Vitaminas.
Todo o procedimento relatado pelo Valle se repetiu, sendo a indicação de oficial com 1 dedo para os GMs, 2 para o Imed e 3 para o Comte, que era o Cervaens Rodrigues.
Foi sempre o mesmo nutrindo uma especial "ternura militar" por nós a quem amiúde chamava "Senhores Cadetes"...

O J. Teixeira de Aguilar disse...

Repoltreei-me com o texto do Brito Valle. Para quem tem memória de galinha, como eu, estes episódios, para mais contados com sal, são como oxigénio nos neurónios. Já agora, não se recordarão de que o sargento Guerreiro nos pôs vezes sem conta a marchar por aquela parada da EN, incitando-nos invariavelmente com a expressão: «Com cagança, senhores cadetes!»?

O Jorge Gonçalves disse...

Delicioso!