Prestação de cuidados de Saúde
Hoje tentei marcar uma consulta no Serviço de Ortopedia do "Hospital de Marinha".
Tinha uma consulta que poderia ser agendada para 14 de Dezembro !!!!!
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Água aberta ... no OCeano |
Em 1961, durante o processo que levou à queda da Índia Portuguesa, o então 2º Ten Oliveira e Carmo bateu-se heroicamente, sacrificando a própria vida na defesa de Portugal. Em sua homenagem, a Armada decidiu que o curso a entrar na Escola Naval em 1962 o teria como patrono. Foi o “OC”. Este curso, que desde sempre fomentou e cimentou fortes laços de camaradagem e amizade, vem criar este espaço de contacto, cuidando assim de aproximar o que a lei da vida vai afastando. |
Hoje tentei marcar uma consulta no Serviço de Ortopedia do "Hospital de Marinha".
Tinha uma consulta que poderia ser agendada para 14 de Dezembro !!!!!
Onda do
403 d'62
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10:28 –
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5 comentários:
Não me admiro.
Graças à tentativa de unificação de valências e especialidades levada a cabo pelo anterior Ministro daDefesa saíram das forças armadas sete ortopedistas de tal modo que a consulta que deveria passar a funcionar no Hospital da Estrela deixou de existir.
Só a Marinha, porque desobedeceu à Ordem e não transferiu o ortopedista restante, argumentando que era preciso para assistência aos fuzileiros, manteve um médico ortopedista.
Não sei se nessa especialidade ainda estão a prestar serviço os médicos civis contratados mas, se o estão, tal vai acabar quando passar tudo para o Hospital das Forças Armadas.
Esse tempo de espera é vulgar nos outros ramos, sendo a Marinha o único em que o pessoal do activo era atendido sem marcação.
Mais uma vez vamos nivelar por baixo...
Depois de duas ou três tentativas de marcação de consulta com prazos com duração identica desisti do Hospital de Marinha. O pior é que nos hospitais privados os prazos para consultas marcadas já ultrapassam em algumas especialidades um mês.
É exactamente isso que pretendem, isto é, que os militares e famílias deixem de recorrer ao Hospital das Forças Armadas! E, no seguimento, que desistam da Acção Social, corporizada no IASFA, para o qual sempre descontámos.
A primeira medida vai ser retirar-lhe o controlo da ADM que passará para a dependência do Ministro até que morra por asfixia financeira, passando todos os militares e os beneficiários da ADSE para a Segurança Social.
Os militares são maltratados. Não é de espantar, por isso, que sejam mal tratados.
Gostei, José!
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