sábado, 16 de junho de 2007

Bom dia OC!

David Mourão-Ferreira morreu em Lisboa no dia 16 de Junho de 1996.
Poeta, ensaísta, dramaturgo, cronista e crítico literário, David Mourão-Ferreira nasceu em Lisboa em 24 de Fevereiro de 1927. Em 1951 licenciou-se em Filologia Românica e, seis anos depois, foi admitido como professor na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Os seus primeiros poemas são publicados em 1945 na “Seara Nova”, mas o primeiro livro de poesia, “Secreta Viagem”, só aparece cinco anos depois. Seguem-se outras obras poéticas, tais como “Tempestade de Verão”, “Os Quatro Cantos do Tempo”, “In Memoriam Memoriae” ou o “Cancioneiro de Natal”. Na ficção, estreou-se em 1959 com a novela “Gaivotas em Terra”, que obteve o Prémio Ricardo Malheiros, mas a sua consagração neste género literário dá-se em 1986 com o romance “Um Amor Feliz”.
Muito fica por dizer sobre a extensa obra de David Mourão-Ferreira, tão extensa que até chegou ao fado, onde os seus versos encontraram na voz de Amália a interpretação que mereciam.

Rudy OCeânico

Não sei quando é que se deu o milagre, se foi antes ou depois do Jacinto, porque este “controlo” é tarefa do Silva Nunes, mas dei com um discreto “CR” entre os OCeanos e, eis se não quando, descubro que se trata do Rodolfo…
Para que não lance o célebre “não me gramam” apresso-me a dar-lhe as boas vindas e nem dou tal oportunidade ao LSN. Só espero que as contribuições sejam muitas.

sexta-feira, 15 de junho de 2007

Corpo de Fuzileiros

Farto de ouvir falar da opa do Benfica, fui de repente surpreendido com o enorme elogio que este Sr. fez ao Corpo de Fuzileiros no início do “frente-a-frente” do noticiário da 21 h. da SIC notícias.
Merece esta onda!
O pior foi ter que aturar também a PTC. Como tortura, suplanta o Joe Berardo…

A propósito do Anterior

O Almirante Marquês de Nisa

O Almirante Marquês de Nisa (1765-1802), D. Domingos Xavier de Lima, 7.º Marquês de Nisa, foi um dos mais ilustres almirantes da Marinha Portuguesa.
Este major general da Armada e inspector da Brigada Real de Marinha tornou-se célebre por ter comandado, em 1798/1800, a armada portuguesa que, no Mediterrâneo, auxiliou a esquadra inglesa do almirante Nelson na guerra contra Napoleão.
Os navios portugueses que, sob o comando do Almirante Nisa, tomaram parte na campanha de Lord Nelson no Mediterrâneo, no bloqueio de Malta, no bloqueio do porto de Nápoles (1799), em Trípolis e noutras acções, foram os seguintes:
nau «Príncipe Real» (90 peças e 948 homens),
nau «Rainha de Portugal» (74 peças e 605 homens),
nau «Afonso de Albuquerque» (72 peças e 576 homens),
nau «S. Sebastião» (64 peças e 574 homens),
fragata «Benjamim» (22 peças e 111 homens), e
brigue «Falcão» (22 peças e 120 homens.
Nesta altura ainda houve Marinha.

Batalha do Cabo de S. Vicente


Este é o quadro que indiquei num comentário sobre o Alm. Napier, creio.

Vale a pena ser admirado. Já agora aproveitem e vejam uma exposição em curso sobre o Alm. Marquês de Nisa.

Finalmente ... a verdadeira vocação!

Sem mais delongas e/ou comentários aqui vai uma notícia (in "Correio da Manhã de hoje) que aponta claramente para a solução do problema dos "tropas". Não sei se os uniformes e as espadas estão previstas nos contratos de aluguer.

"Defesa: Quartéis rentáveis
Tropa investe em festas e casamentos

O Ministério da Defesa vai adiar a venda de infra-estruturas militares, um património que poderá render ao Estado milhões de euros, para quando o mercado imobiliário estiver em alta. Com a venda de imóveis em quebra, devido à subida das taxas de juro, o ministro da Defesa parece inclinado em apostar na rentabilização daquelas instalações com o aluguer para a realização de eventos sociais, como casamentos e aniversários."

Proponho a imagem do topo para promoção dos eventos, funeral incluido!!!

Bom dia OC!

A primeira transfusão de sangue envolvendo um ser humano foi efectuada em Paris, faz hoje 340 anos, por Jean-Baptiste Denis, médico de Luís XIV e também astrólogo, que injectou sangue de um borrego num rapaz de 15 anos. E o que é notável, é que o rapaz não morreu desta transfusão.

quinta-feira, 14 de junho de 2007

Almirante Charles Napier (5)

«Nenhuma marinha do mundo se pode comparar com a marinha portuguesa; eles arranjam os seus navios, para navegar, da maneira mais extraordinária que é possivel. Não há um só navio em toda a sua marinha, que não esteja em estado de ser condenado num estaleiro inglês. O seu pano é só próprio para o Verão; a maior parte do seu poleame é de pinho, e as pernas de pau, e constantemente anda caindo a pedaços, não há proporção entre a força das vergas e a esteira das velas; jamais tem um ferro ou uma amarra que segurem um navio debaixo de tempo num ancoradouro aberto, nem um cabrestante que possa suspender um ferro com temporal; e se abrem água, devem ir a pique por falta de bombas; e para coroar tudo, a maior parte dos seus oficiais não tem a menor pretensão à arte de marinhagem. Os mestres, contra-mestres, que são sempre homens respeitáveis, são as únicas pessoas, com figura de oficiais, que são marinheiros; e na verdade sabem manobrar bem os seus navios; contudo, apesar de todas estas desvantagens atiram-se ao trabalho da maneira mais extraordinária. Não podem conservar-se no mar debaixo de mau tempo, nem tão pouco cuidam disso, e se por acaso lhes cabe um vento frescalhão, as velas com toda a certeza rasgam-se e vão pelos ares, e não lhes resta senão toda a confiança na providência.»

Nota do tradutor (contemporâneo):
E como não havia de acontecer assim se todo o fornecimento que entrava para o arsenal era sempre da pior qualidade? (...) Falamos por experiência própria: o que os fornecedores compravam para ali introduzir quase sempre lonas de 3ª sorte, fraquíssima para resistir a um golpe de vento rijo, e por conseguinte incapazes de que um oficial se pudesse fiar no pano. Que diremos do linho? Esse era sempre de 3ª sorte, às vezes com alguma estopa e seu bocado de avaria. Daí vem que os cabos a bordo de uma embarcação de guerra portuguesa são sempre mais sobranceiros e de maior bitola do que deviam ser, para lhes dar a força e consistência necessária. (...) Um ovém da enxárcia de uma nau portuguesa pode muito bem, pela sua bitola, servir de amarra para qualquer navio, e isto em consequência da má qualidade do linho com que são fabricados.

Bom dia OC!

No dia 14 de Junho de 1940, cinco semanas depois da Alemanha ter iniciado a invasão da França, as tropas nazis entraram sem qualquer resistência em Paris e lá permaneceram até Agosto de 1944.
O armistício, que os franceses se apressaram a pedir, foi assinado em 22 de Junho de 1940 pelo Marechal Pétain, chefe do governo colaboracionista francês. No dia seguinte Hitler passeava-se triunfante por Paris.

quarta-feira, 13 de junho de 2007

Almirante Charles Napier (4)

« O primeiro defeito pode-se atribuir ao sistema de admitir nas diferentes oficinas um imenso número de aprendizes, que não têm obrigação de ter ferramenta sua, e depois de andarem a brincar, dormir e fazer ratonices por um número de anos, são admitidos como oficiais. O segundo defeito era devido à irregularidade dos pagamentos. Tinham então muitos meses de atraso e proporcionavam o seu trabalho ao pagamento. Achei necessidade de passar em claro, por então, aqueles atrasados, e principiar outra conta desde a tomada de Lisboa. Prometi-lhes pagamento regular e exigi trabalho regular,ou serem despedidos do arsenal. Debaixo do antigo sistema trabalhavam quando queriam; uns vinham três, outros quatro, outros cinco dias na semana. Também se admitiam meios dias, o que conduzia a toda a sorte de abusos. Encontravam-se individuos a dormir aqui e acolá em todas as direcções, e se eram descobertos era provável que não trabalhavam naquele dia, ou em todo o caso, assim o diziam. O sistema de tomar o ponto também conduzia a todas as espécies de irregularidades; dava-se um risco adiante dos nomes dos que se achavam presentes, e os dos ausentes ficavam em branco, de maneira que os apontadores podiam introduzir os seus nomes à vontade, e, com toda a probabilidade, iam de partilha com os ausentes. Estou muito inclinado a crer que isto era assim pela grande oposição que encontrei na mudança. Todas as manhãs se apresentava ao major-general um mapa assinado pelo inspector, do número de homens no trabalho e onde eram empregados; mas ainda que isto era a coisa mais asseada que é possível (os portugueses são famosos para fazer mapas),ele não continha uma só palavra que fosse verdade; e eu e toda a repartição trabalhámos durante três mêses para obter uma conta exacta.»

Formação pré-prandial II

Uns assobiam para o lado; outros olham de esguelha...

Formação pré-prandial



Dizem que o exercício intelectual também aguça o apetite...

ELES VOLTARAM


Exactamente. Eles voltaram. Desta vez só à marina de Cascais

Encantados com o rumo que Portugal agora está levando , deslumbrados por ser a GNR que anda no mar , encandeados com o brilho do farol do Capucho , eles voltaram.

E prometeram que vão levar o exemplo deste Governo , com a máxima "baixa o militar sobe o juíz" , a outras partes do mundo.

O pior é descobrirem outro sítio onde seja a GNR que anda no mar...............

Andresen Guimarães



Mais um desaparecido mas não esquecido.
No dia de hoje, um abraço de parabéns com votos de muitas repetições.

P.S. Como julgo que sejas um auto-net-excluido, peço a quem não o for e tenha o teu contacto, que te dê conhecimento de que, sem o saberes, ainda navegas nestas “ondas”.

Bom dia OC!

Comprem um manjerico, comam uma boa sardinhada e gozem bem este dia de S. António, o mais popular dos Santos portugueses, que antes de ser Frei António de Lisboa era Fernando Martins de Bulhões. Passou uma boa parte da vida a pregar e morreu em Arcella, nos arredores de Pádua, no dia 13 de Junho de 1231.
Tenham então um bom dia de S. António!