quinta-feira, 16 de julho de 2009

Arsenal do Alfeite

Recebido por "e-mail":


"Desde a publicação do artigo sobre "o fim do Arsenal do Alfeite" (http://cursooc.blogspot.com/2007/01/empresarializao-do-arsenal-do-alfeite.html), que tenho acompanhado o vosso blog.
Gostaria de saber qual a vossa opinião sobre o que, de facto, se está a passar no "meu" Arsenal.
Tive o prazer se servir sob Administração do Engº Jorge Balcão Reis, na DEP onde, e pelo menos até 31 de Agosto de 2009 devo continuar a desempenhar funções.
Sinto-me triste, acho que mesmo frustado ... Sou dos que acho que deveria haver mudanças no AA, mas nunca uma mudança que até tenho dificuldade em qualificar. Afinal que interesses existem???
Peço desculpa por este desabafo, mas ainda sou jovem, apenas tenho 33 anos (não, não são de serviço...). Ao serviço do Arsenal são "só" 16. Ainda me recordo de ser um puto quando a 15 de Janeiro de 1993, entrei para esta casa.
Gostaria de saber o que se passa neste País, afinal que Políticas temos e mais uma vez pergunto: Afinal que interesses existem??? Talvez um dia, quando for velhinho, consiga entender ...

Obrigado
Nuno dos Santos
Um Arsenalista"

Em tempo: O NdS voltou a escrever-nos pedindo uma rectificação à sua carta/comentário anterior. Ele esteve no AA quando o Jorge Beirão (e não Balcão) Reis era admnistrador. Pede também desculpa aos visados.

Nota: O blogue, enquanto instituição colectiva, não tem (nem tem de ter) opinião sobre este assunto.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

ANIBAL CAVACO SILVA


Só para os republicanos, em particular, o nosso Beirão Reis, recordo que hoje o PR faz anos, Não digo quantos.

Aficcion


Uma espectacular fotografia de um tal José Tomás que saiu ileso da pirueta. O mesmo não se pode dizer do touro, de que não sei o nome!

Mais fotos

Uma das (muitas) coisas que não faltam no OC são os fotógrafos, mais amadores uns, menos os outros (não contando com os camuflados).
Daí, mais estes momentos captados pelo já habitual repórter fotográfico Trigo Allen.
BubbleShare: Share photos - Easy Photo Sharing

Em França




O 14 de Julho foi celebrado em Paris com a habitual pompa e circunstância. Este ano o país convidado para abrir o desfile foi a Índia, que apresentou uma garbosa força dos três ramos, onde se destacava o comandante do contingente de Marinha, um sikh de turbante. Mme Sarko também se fez notar!

terça-feira, 14 de julho de 2009

Fecho de época

Realizou-se hoje o último almoço da época. Como tal, exigindo-se um sítio especial, o melhor não poderia deixar de ser a Tertúlia do Tejo (espero que o Camilo tenha em conta esta publicidade gratuita - por enquanto).
Apesar de estarmos já em pleno período de férias, a afluência foi razoável.
As fotos que se seguem, ilustram melhor que quaisquer palavras o ambiente que se viveu.
Em Outubro retomaremos estes encontros.
BubbleShare: Share photos - Play some Online Games.

domingo, 12 de julho de 2009

De pasmar


Causou tanta indignação o assalto da GNR às missões da Marinha por via de uma lei orgânica que cria uma autoridade e força paralela, e, afinal, a Marinha até colabora. Veja-se o video da visita do PR à Marinha (no site da Marinha) e lá está uma lancha da GNR a tomar de assalto um navio hidrográfico! Isto é de pasmar. Aconselho quem tiver angústias e revolta com estes desmandos a ir jogar xadrês, como estes senhores de outrora.

sábado, 11 de julho de 2009

Reequipamento naval

Ouvi dizer que a 2ª fragata comprada à Marinha Holandesa está pronta a ser entregue mas que o Governo Português só para o ano a quer receber. Será que ouvi mal (nesse caso irei ao otorrino) ou há qualquer mal contada? Quem me esclarece?

terça-feira, 7 de julho de 2009

AINDA CÁ ESTOU RAPAZES


O PSD promove hoje mais uma sessão do “Fórum Portugal de Verdade” com o objectivo de recolher contributos para o seu programa eleitoral, desta vez tendo como tema “O mar: desafio estratégico para Portugal”.Além da presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite, participam na reunião, num hotel de Lisboa, o presidente da Lisnave, Frederico Spranger, o comandante da Marinha Temes de Oliveira e o presidente da empresa produtora de microalgas e de sal marinho Necton, Vítor Verdelho Vieira.Os dirigentes do Fórum Permanente para os Assuntos do Mar, João Carlos Quaresma Dias, e da Associação Portuguesa de Indústria e Comércio das Actividades Náuticas (APICAN), Mário Prieto, são outros dos convidados.A direcção social-democrata agendou para Junho e Julho uma segunda ronda de sessões temáticas do seu “Fórum Portugal de Verdade”, desta vez à porta fechada, das quais se comprometeu a retirar conclusões para o seu programa eleitoral.O programa eleitoral do PSD deverá ser apresentado no final de Julho.
E o Orlando não disse nada à malta...nem o Fernão

segunda-feira, 6 de julho de 2009

MAI


Não sei se estou a ver bem? Ouvi há pouco o Ministro Rui Pereira dizer que tinha sido muito "bonzinho" e não tinha aberto nenhum processo ao "sniper" da PSP que abateu um bandido, sequestrador do gerente de um banco...(não recordo qual).

Conclui que o atirador actuou sem ordens superiores pois se tivesse atirado em cumprimento destas e houvesse motivo para processo não era ele o arguido, como se me afigura óbvio.

Como não falhou não houve processo. Se falhasse haveria? É isto que se chama gestão disciplinar por objectivos!
Depois queixam-se que os polícias vão para "zona de guerra", como são alguns dos chamados bairros sociais, sem disciplina, sem o minimo de precauções, não seguindo as regras da boa táctica policial e são emboscados.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

D.MANUEL II


É um número "redondo", faz 77 anos que faleceu (2Jul32).
O dinheiro que se poupava!!!

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Mais semelhanças?

Recebi esta imagem integrada num "e-mail", julgo que do PC, e não pude deixar de me lembrar de outros tempos em que era necessário "dormir depressa" ... já me fartei de rir a olhar para este espectáculo. Chamo a atenção para a cadete do canto inferior direito que se mantém alerta. Tem pinta!!!

Semelhanças




Ao comparar as fotografias de um caça a passar a barreira do som e um maxi-veleiro a 30 nós surfando na onda ,não se pode deixar de reparar na semelhança das ondas criadas.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Radares e GNR


Nos nossos tempos de Escola Naval, na primeira aula de Informações em Combate o professor, o saudoso 1º ten. Neves Lopes , contou a seguinte história para ilustrar a ignorância geral que havia sobre o que era um radar (há 45 anos): Estava um grupo de oficiais na praça do Areeiro aguardando o transporte para o Grupo Um, em Vila Franca de Xira, quando começaram a reparar que um polícia rondava por perto lançando olhares desconfiados para o grupo. Habituados à mentalidade da época quanto a ajuntamentos, dirigiram-se ao cívico, identificando-se e explicando o que estavam ali a fazer. Ao que ele replicou: _Estou mais descansado; é que julguei que aquela mala ali tivesse algum radar!!!

Pois parece que isto não está muito diferente. Todos nos lembramos dos jipes da Guarda Fiscal com uns radares no tejadilho sabe-se lá para quê. Depois veio a GNR que plantou uma série deles na costa alegadamente para detectar embarcações de contrabandistas, como se estas fossem detectáveis a mais de três milhas e com mar chão. Agora é anunciada a compra de um novo sistema de radares que, segundo o jornal, " permite detectar qualquer movimento no mar até a uma distância de 120 milhas" (pasme-se). O sistema integra 19 radares espalhados ao longo da costa continental, conforme mostra uma ilustração junta onde se podem ver radares a poucas milhas uns dos outros. Então pergunta-se: Se o alcance é de 120 milhas há radares a mais, mesmo com sobreposições, ou os radares não prestam e de facto só detectam pequenas embarcações a uma dezena de milhas?

Estas coisas do mar são mesmo muito complicadas...

Os vivos e os mortos


Sucedem-se os casos obscuros em que são feitas acusações ou levantadas suspeitas a toda a sorte de responsáveis, aos mais variados níveis.
É penoso viver neste clima, no qual tudo nos tenta a deixarmos de confiar em quem quer que seja: a frase mais ouvida é «eu não ponho as mãos no fogo por ninguém.»
Depois, nada se demonstra que substitua a suspeição generalizada pela responsabilização específica.
E todos continuam alegremente a acusar todos.
Já não me atrevo a invocar a ética, pois é sabido que a recente «crise» instilou no comum dos mortais a noção de que já não são possíveis sucessos de monta sem hipoteca de princípios éticos.
Houvesse, ao menos, rigor. Mas parece que estamos no «bom» caminho para perdê-lo também de vez. Oxalá haja um sobressalto cívico e ainda possamos recuperá-lo, enquanto somos vivos.
Caso contrário, só o reencontraremos quando já for tarde de mais. Esse, que já de pouco serve, dá pelo nome de rigor mortis.