quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Sempre atento e vigilante...

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Quem foi o barbeiro? Sweeney Todd?

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Sentido! Penico a discursar

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Mais fotos do jantar OC

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Jantar de Natal do OC




Realizou-se ontem dia 9 o jantar de Natal do “OC”, muito valorizado pela presença de muitas das nossas caras metade que, apesar de terem nascido um tanto cedo e por conseguinte não beneficiado da possibilidade de concorrerem à Escola Naval em tempo próprio, tiveram a fina inteligência de se integrarem no curso, enriquecendo-o, através de cada um de nós.
Registe-se o excelente repasto proporcionado pelo Camilo Alves.
Foi um evento agradabilíssimo onde a amizade, a boa disposição, a camaradagem e até o rejuvenescimento, estiveram presentes do primeiro ao último minuto, motivando vários pedidos de repetições futuras.
Espera-se que a reportagem fotográfica da concorrência, o Allen, ilustre condignamente o acontecimento, já que a minha foi um desastre, como se vê pelas amostras.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Postal de Goa (VI)

O AZULEJO EM GOA


Ao contrário do que sucedeu no Brasil, a arquitectura civil ou religiosa do Estado da Índia não adoptou o azulejo como elemento decorativo. A existência de azulejos ou de vestígios de azulejos era até há pouco tempo uma coisa rara. As excepções encontram-se na igreja do Convento de Santa Mónica, em Velha Goa, e nos painéis de Jorge Colaço colocados nos anos 30 no átrio do Instituto Vasco da Gama, que depois de 1961 passou a ser denominado Instituto Menezes Bragança.
Porém, nos finais dos anos 90, por iniciativa do Leitorado de Português que o Instituto Camões mantinha e mantém no Departamento de Português da Universidade de Goa e com o apoio financeiro da Fundação Calouste Gulbenkian, foram promovidas diversas actividades de divulgação da cerâmica portuguesa, incluindo duas importantes exposições importadas de Portugal, uma sobre cerâmica popular em Outubro de 1997 e outra, sobre a cerâmica de Rafael Bordalo Pinheiro, em Abril de 1998.
Este movimento interessou muitas pessoas. Assim aconteceu, por exemplo, com o empresário Ivo Azeredo que decidiu importar equipamentos e know how portugueses e com o jovem Orlando de Noronha que, estando em Portugal com uma bolsa da Fundação Oriente a estudar língua e literatura portuguesas, decidiu aprender a arte do azulejo. O primeiro chamou à sua empresa Galeria Velha Goa e o segundo criou a Azulejos de Goa. O sucesso foi enorme e desencadeou outras iniciativas empresariais do mesmo tipo.
A utilização do azulejo multiplicou-se e, em menos de uma dezena de anos, o azulejo apareceu em Goa por toda a parte, na identificação das residências, na sinalética urbana, na decoração de igrejas e hotéis, em murais e em painéis. Algumas palavras portuguesas voltaram a aparecer escritas, como casa, residência, rua, travessa e moradia.

(Para ampliar, "clicar" na imagem)

O sucesso da introdução maciça do azulejo português em Goa foi de tal ordem que, recentemente, o jornal Herald (19-10-2009) informava que as autoridades queriam exportar azulejos, porque Goa “pode vender a um terço ou um quarto do preço dos portugueses e dos espanhóis”.
Goa sempre procurou distinguir-se do resto da Índia e evidenciar a sua diferença cultural, tendo encontrado na utilização do azulejo português um curioso sinal de diferenciação. E tudo começou há bem pouco tempo.


(Para ampliar, "clicar" na imagem)

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

COPENHAGA





Faz hoje anos que o rapaz da esquerda chegou a Copenhaga, já terá saido?

domingo, 6 de dezembro de 2009

Desemprego


No Público de 6 de Dezembro de 2009:



"É tempo de instituir um programa de criação de emprego, com carácter de urgência. Não tomar medidas contra o desemprego não é só cruel; é também sinal de vistas curtas."
Paul Krugman, economista, Nobel 2008, "I"/"New York Times", 4-12-2009

Crises: A Internacional. E, a Nossa

Tanto quanto já nos foi dado perceber, pelo que tem sido dito e escrito nos órgãos de comunicação social, a saúde das nossas contas públicas e da nossa economia não é brilhante. O que, sem quaisquer laivos de catastrofismos, nos deve deixar preocupados.

Segundo a opinião dos mais diversos comentadores financeiros e económicos, mesmo que a crise internacional estivesse já em dissipação, Portugal não inverteria a actual situação. Isto, porque a nossa debilidade social e económica, não nos permite margem de manobra. Acresce, que não podemos utilizar os instrumentos de politicas monetária e financeira, por imperativo da nossa adesão ao euro.

Não se saberá exactamente o valor real do défice das nossas contas públicas, já que a prática da desorçamentação de grande volume de encargos do Estado, utilizando "truques" orgânicos e contabilísticos, tem sido a prática corrente, com particular incidência nos dois últimos anos. Esta situação configura que no futuro a nossa realidade económica e financeira será mais bem complicada que as previsões actuais. Isto, porque o Estado acabará, algures, por ter que assumir a responsabilidade do endividamento das entidades empresariais que vem utilizando para os malabarismos da contenção dos défices orçamentais recorrentes. E, aí é que, verdadeiramente, "a porca vai torcer o rabo".

Já é tempo de se falar verdade e assumir frontalmente as nossas dificuldades e necessidades. E, aproveitando o actual clima favorável a uma certa compreensão face à crise internacional, negociar com as instituições europeias um plano e programas de médio prazo (5 a 8 anos).

Se, perdermos esta oportunidade em que os "grandes" da UE, também, estão com problemas financeiros e económicos, a nossa futura situação será bastante mais complicada e deveras preocupante. Não estamos a falar de falência. Mas, sim de um período prolongado de restrições gravosas para a qualidade de vida dos portugueses. Senão mesmo, uma significativa baixa do nível de vida e do respectivo IDH (índice de desenvolvimento humano).

Sugiro a leitura do artigo:

" A la espera del próximo Dubai"

... cita a Ucrania y Portugal como los posibles "volcanes" a punto de estallar."



Ridendo castigat mores


Eu tenho um amigo anão
Que ao ouvir, no Parlamento,
Um debate, a certa altura,
Sem qualquer contradição
Me exprimiu este lamento:
-- Mas que falta de estatura!

sábado, 5 de dezembro de 2009

Escola Naval: 3 de Setembro de 1962

Quem era o OC12 quando da entrada para EN em 1962?


Que se acuse. Terei uma surpresa para ele, se comparecer ao jantar do próximo dia 9.

Um abraço.

Escola Naval 1964/65. Comunicações

Para os OC's "tiri, tiri; p...; que já me perdi". Ou sejam os "comunicativos":

Será que este apontamento manuscrito, de há 44 ou 45 anos, ainda tem validade nos dias de hoje? Ou face aos desenvolvimentos tecnológicos, de então para cá, já está no caixote do lixo da história das comunicações?

Agradeço os esclarecimentos dos entendidos.

(Clicar sobre a imagem)

Até 4ª. feira. Um abraço




Escola Naval 11 de Novembro de 1964

Há quarenta e cinco anos dizia o Banco de Portugal:

"..., em especial a de acelerar o desenvolvimento económico do País".

Nos dias de hoje, acabada a guerra, custa-nos a entender porque carga de água, o desenvolvimento do País continua a marcar passo?...

(Clicar sobre a imagem)

Até 4ª. feira. Abraços