"Estórias da nossa vida"
A CRISE. Persiste!...
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Água aberta ... no OCeano |
Em 1961, durante o processo que levou à queda da Índia Portuguesa, o então 2º Ten Oliveira e Carmo bateu-se heroicamente, sacrificando a própria vida na defesa de Portugal. Em sua homenagem, a Armada decidiu que o curso a entrar na Escola Naval em 1962 o teria como patrono. Foi o “OC”. Este curso, que desde sempre fomentou e cimentou fortes laços de camaradagem e amizade, vem criar este espaço de contacto, cuidando assim de aproximar o que a lei da vida vai afastando. |
A CRISE. Persiste!...
Onda do
Ramiro Soares Rodrigues
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18:13 –
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Sugestão: Roberto Correia Matos
por Michel Chossudovsky [*] e Andrew Gavin Marshall [**]
O texto que se segue é o prefácio de The Global Economic Crisis. The Great Depression of the XXI Century, de Michel Chossudovsky e Andrew Gavin Marshall (Editores), Montreal, Global Research, 2010, 416 pgs., ISBN 978-0-9737147-3-9, a ser lançado no fim de Maio.
http://pbrasil.wordpress.com/2010/05/10/a-crise-economica-global-a-grande-depressao-do-seculo-xxi/
Onda do
Ramiro Soares Rodrigues
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15:05 –
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A atual crise financeira tem provocado ansiedades, medos, perdas, desemprego, e muita, muita conversa de doutores explicando a crise que passou. Todos comprometidos em esconder ou ignorar as enormes emissões de dólares feitas pelo FED pouco antes dos anúncios e efeitos percebidos da crise. Cansado de ouvir falsos caminhos procurei investigar as reais causas que poderiam causar a quebra de tantas organizações e o desemprego de milhares de inocentes. A resultante foi este texto onde se afirmam mais uma vez a falsidade das teorias econômicas e as fantasias construídas por seus defensores e profissionais. A questão maior não foi respondida – não importa que o governo Obama faça uma cópia tamanho gigante das mesmas medidas tomadas por Eisenhower e por Kennedy nas suas crises. O que necessitamos saber é o que devemos fazer para evitar outras. Sabemos que as crises são inerentes a este modelo de capitalismo. Haverá algum governo com coragem e vontade suficientes para afrontar o poder financeiro manipulador das crises e deixar a economia produzir os bens necessários.
Cansado de ouvir as inverdades explicadas por economistas sobre a crise financeira, fui buscar outras fontes na história e isto gerou este texto.
Adm. Graccho Maciel
http://br.monografias.com/trabalhos3/nao-dicen-crise-financeira/nao-dicen-crise-financeira.shtml
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Ramiro Soares Rodrigues
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11:08 –
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O canhão de Benastarim, vendo-se ao fundo a estátua do Dr. Francisco Luís Gomes
Afonso de Albuquerque tomou definitivamente Goa em 25 de Novembro de 1510, mas alguns meses depois seguiu para Malaca que veio a conquistar em 1511.
Aproveitando a sua ausência de Goa, as tropas de Adil-Khan quiseram retomar a cidade e invadiram a ilha de Goa, tendo ocupado o forte de Benastarim, situado no extremo oriental da cidade.
Quando regressou de Malaca, o governador tomou a iniciativa de retomar o forte, o que conseguiu no dia 2 de Abril de 1512, tendo-o então baptizado com o nome de Fortaleza de S. Thiago.
O forte era guarnecido por várias peças de artilharia e, entre elas, encontrava-se um grande pedreiro “de 16 1/2 palmos de comprimento e de 14 polegadas e 3 linhas de calibre, construído de barras de ferro, da espessura de uma polegada, abraçadas por fachas de bronze”. A enorme peça de origem muçulmana lá permaneceu durante muitos anos, enquanto o forte de S. Thiago veio a ser abandonado.
Através de uma carta régia, em 1774 o Marquês de Pombal deu importantes instruções para o Estado da Índia no sentido de reorganizar a sua administração, o seu comércio e a sua defesa militar.
Em relação à defesa militar, o governador da Índia foi instruído com bastante pormenor, tendo-lhe sido referido que na fortaleza de S. Thiago havia 16 peças e “uma delas do género de canhão de disforme grandeza”.
Só em 1839, o 87º governador da Índia, Manuel José Mendes, Barão de Candal, decidiu que esse canhão – o canhão de Benastarim ou Mourisca - fosse removido dos escombros do baluarte onde estava na fortaleza de S. Thiago, para as instalações do Arsenal da Marinha em Velha Goa.
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A.R.Costa
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17:05 –
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Visto, com surpresa, num cartaz publicitário. Brincando com a morte e com a dor. Despudor? Mau gosto? Já vale tudo?
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Luís Silva Nunes
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20:31 –
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Mais uma vez o cargo de Director-Geral da Política de Defesa Nacional é preenchido por um dipomata, na senda de uma tendência que se afirmou nos últimos anos de colocar diplomatas fora do seu Ministério. Assim, temos visto estes senhores em lugares de Direcção- Geral e Sub-direcção- Geral, Secretaria de Estado e Chefes de Serviços de Informações, sempre com os brilhantes resultados que conhecemos. Desta vez o nomeado é Conselheiro de Embaixada, o que pode significar que a importância dada ao cargo é cada vez menor, ou, talvez, que arranjaram uma sinecura para um boy ir ganhar como director-geral. Não consta que algum diplomata tenha ocupado um lugar de indio no MDN, nem que um militar tenha sido director-geral no MNE. Ou será que Luís Amado, ex-MDN, encontrou aqui maneira de resolver os seus problemas de gestão de pessoal?
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J.N.Barbosa
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22:26 –
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A.R.Costa
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10:58 –
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Onda do
J.N.Barbosa
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17:23 –
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( Sound ON) Click on link below.......
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Ramiro Soares Rodrigues
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12:43 –
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J.N.Barbosa
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19:22 –
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Carta da ilha de Ceilão publicada pelo cartógrafo flamengo Petrus Bertius em Amsterdam, c. 1600-1618
Depois de terem expulso os portugueses de Malaca, os holandeses afastaram-nos definitivamente da ilha de Ceilão em 1658. Os missionários católicos foram expulsos e os que lhes dessem abrigo foram ameaçados de morte. A população convertida foi obrigada a alterar as suas práticas religiosas e a sua sobrevivência estava ameaçada pelas perseguições calvinistas, o que levou o Padre José Vaz a ir de Goa para o Ceilão em seu socorro. O Padre José Vaz tinha sido ordenado em Goa em 1676 e em 1681 foi missionar para os territórios do Canará, situados a sul de Goa. Regressado a Goa ingressou na Congregação do Oratório, fundada em Roma por São Felipe Néri. O Oratório de Goa foi a primeira congregação religiosa totalmente asiática e veio a ter um decisivo papel na cristianização do Ceilão, pois foram os seus membros que durante cerca de cem anos missionaram naquela ilha, num período em que os europeus estavam impossibilitados de fazê-lo. Disfarçado de mendigo, o Padre José Vaz conseguiu penetrar no Ceilão e instalar-se na região de Jaffna em 1687. Tinha então 12 anos de experiência missionária e conhecia as línguas locais, nomeadamente o tamil. Com a sua coragem, a sua exemplar acção e o seu exemplo recuperou o sentimento católico que se estava a perder e promoveu muitas conversões. As perseguições aos católicos continuavam e o Padre José Vaz entendeu que a sua presença era um risco de vida permanente para si, para a sua causa e para a sua comunidade católica, pelo que decidiu afastar-se das “terras dos holandeses” e dirigir-se para o reino de Kandy, no interior da ilha, para continuar a sua missão. Porém, foi acusado de ser um espião português e foi preso. Só ao fim de 2 anos o rei de Kandy se convenceu da inocência do missionário e o libertou, autorizando-o além disso a construir uma igreja na capital.
O Padre José Vaz morreu no dia 16 de Janeiro de 1711, estimando-se que então houvesse 55 mil católicos no Ceilão. Sancoale, a sua terra natal, tal como a generalidade da comunidade católica goesa, venera-o e recorda-o nesse dia 16 de Janeiro nas generalidade das paróquias de Goa mas, sobretudo, no Santuário de Sancoale.
A casa onde nasceu o Padre José Vaz e o Santuário em que é venerado em Sancoale
Actualmente o Sri Lanka tem cerca de um milhão e meio de católicos, correspondentes a cerca de 6.75% da população do país e tem 11 dioceses, havendo diversas comunidades burghers (descendentes de europeus), cujas práticas culturais e cujo dialecto crioulo têm fortes traços portugueses e goeses, como se observa, por exemplo, na comunidade burgher de Batticaloa, com a qual eu próprio tive oportunidade de conviver em 1999.
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A.R.Costa
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18:50 –
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Apesar da CRISE, aí estão os lucros dos 5 maiores bancos em 2008 e 2009. Ainda, não se sabem os lucros de 2009 do "Santander Totta", mas certamente não haverá grandes alterações!... É obra de uma prodigiosa e, ou, imaginativa gestão?...
| Resultados em milhões de euros | |||
| | |||
| | Bancos | Em 2009 | Em 2008 |
| 1 | Bcp millenniumm | 249 | 258 |
| 2 | Caixa Geral Depósitos | 304 | 505 |
| 3 | Bancos Espírito Santo | 575 | 402 |
| 4 | BPI | 175 | 150 |
| 5 | Totta | | 438 |
| | totais | 1.304 | 1.754 |
| | |||
| Fonte: CMVM - Contas entidades cotadas | |||
Onda do
Ramiro Soares Rodrigues
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00:02 –
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E se isto fosse "à séria" e de verdade!...
" Portugal será tão mais forte, justo e competitivo quanto melhor conseguir conjugar o apoio ao desenvolvimento económico com a defesa do progresso social.
É esta a lição que sempre resultou dos melhores exemplos do modelo social europeu.
E é nesse quadro que temos que começar hoje a preparar ao desafio maior do amanhã, as alterações demográficas, o envelhecimento da população.
Queremos em Portugal um Estado que saiba apoiar os cidadãos de todas as idades e, em particular, os seus idosos e das suas crianças.
Um Estado atento aos problemas dos cidadãos e das famílias, um Estado capaz de influenciar os instrumentos de desenvolvimento e de confiança económica, propiciadores de um ambiente favorável ao crescimento e à coesão social.
Um Estado que não desista de ninguém, desde os mais excluídos aos mais idosos.
Em suma, queremos honrar e desenvolver as políticas sociais de terceira geração realizadas pelo XVII Governo Constitucional, promovendo mais e melhor emprego, adequando as instituições de regulação do mercado de trabalho aos desafios dos nossos dias, aprofundando o combate à pobreza e às desigualdades.
Queremos preparar o futuro, enfrentando os desafios do presente."
Quem terá produzido e proferido esta bela peça de retórica para "inglês ouvir"?... E, onde?...
Onda do
Ramiro Soares Rodrigues
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22:19 –
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J.N.Barbosa
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19:11 –
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