segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Mais Fotos de Natal




















COMANDANTE OLIVEIRA E CARMO


A 18 de Dezembro de 1961, a aviação da União Indiana inicia o ataque a Diu. O então Segundo-Tenente Oliveira e Carmo, decide ao comando da lancha Vega, combater os aviões para evitar que atacassem Diu. O combate foi desigual, um avião foi atingido mas os outros conseguiram atacar a lancha causando a morte do seu Comandante e do marinheiro artilheiro. A lancha a arder afunda-se com os dois a bordo.
O Segundo -Tenente Oliveira e Carmo foi promovido a título póstumo e é o patrono do nosso curso.
Enfim um Herói reconhecido pela Marinha.

domingo, 17 de dezembro de 2017

Jantar de Natal









































Jantar de Natal

Realizou-se ontem, 16, o já tradicional jantar de Natal do curso “Oliveira e Carmo” no CMN, a que compareceram 21 OCeanos num total de 37 convivas.
O jantar, muito bem servido, foi agradabilíssimo prolongando-se o convívio até próximo da meia noite.
Antes do repasto, foram invocados aqueles de entre nós que já não puderam comparecer fisicamente, por já terem partido mais cedo, mas presentes no nosso pensamento.
Igualmente outros foram lembrados, ausentes por motivos familiares ou de saúde, através de mensagens por eles dirigidas ao curso.
Do curso e para o curso foram dirigidos e recebidos os tradicionais mas sentidos votos de Festas Felizes e de Bom Ano Novo, extensíveis às Famílias OCeânicas.
Os dois repórteres fotográficos de serviço esmeraram-se no cumprimento da sua missão, aguardando-se com ansiedade o resultado da sua tarefa.
Uma última palavra de agradecimento aos organizadores, Ferreira Barbosa e Vacas de Carvalho, que ficam desde já indigitados para organizarem o próximo, tal o êxito alcançado neste.

ÍNDIA


A 17 de Dezembro de 1961 dá-se o início da invasão de Goa, Damão e Diu pela União Indiana. Uma força com cerca de 35 000 homens do exército, uma dezena de aviões e uma esquadra foi assim que Nehru  consumou o ataque.

sábado, 16 de dezembro de 2017

Fernando de Sousa Maciel



Ele nunca esconde as suas raizes vianenses ou galaico-durienses e, embora esteja amarrado à mui nobre e sempre invicta cidade do Porto, de vez em quando vem à capital e não perde a oportunidade de rever os amigos e os companheiros de percurso.
Ao contrário de alguns dos nossos Oceanos que se isolam, o Fernando não se afasta. Aproxima-se e mostra-nos a sua boa forma, nem que para isso tenha que fazer mais de 600 quilómetros. Que grande é a satisfação por rever o FSM!

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

PUPILOS DO EXÉRCITO


Hoje o OCeano Nunes da Cruz, chefe do O.C., foi homenageado pelos Pupilos, devido à sua estatura  de grande nível profissional. Os Pupilos resolveram homenageá-lo baptizando um seu jardim com o nome de C. Alm. Nunes da Cruz.
Foi pena não saber-se com antecedência pois os OCeanos poderiam ter estado presentes.
Um grande Abraço de parabéns.


terça-feira, 12 de dezembro de 2017

OCEANOS


Completeria hoje 74 anos o nosso Camarada Leal Martins. O "Chefe Chiricau" como era conhecido entrou para a classe do óleo e a ela se manteve fiel até à sua retirada da Marinha.
Lembremo-nos hoje de mais um OCeano que destacou para a guarnição do infinito.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Histórias de guerra e mar III - É importante ser educado

No fim dos anos sessenta existiam junto ao rio Messalo, no norte de Moçambique diversas "machambas" (para os não iniciados leia-se plantações) abandonadas onde as bases inimigas mais no interior se abasteciam sobretudo de mandioca, a sua grande alimentação tradicional. Para isso faziam deslocar regularmente a essa zona elementos civis sob o seu controlo, escoltados ou não por elementos armados, que faziam o cultivo e a colheita necessárias.
Em virtude disto eram frequentemente alvo de forças de fuzileiros que os capturavam com o fim de desorganizar e impedir este fluxo de abastecimento.
E foi assim que  certo dia ao anoitecer um grupo de combate de fuzileiros desembarcou de um navio patrulha, percorreu alguns quilómetros em bote pelos canais do delta e, após algumas horas de caminhada se emboscou nos diversos trilhos de acesso às machambas. Aos primeiros alvores surgiu o primeiro elemento inimigo que vinha "pegar ao trabalho". Sòzinho, desarmado, trazia consigo as ferramentas do trabalho, uma enxada e uma catana. Ao passar por ele, um marinheiro Fz saltou para a picada, apontou-lhe a G3 e, com um ar feroz, gritou: "Pára já aí!". O "perigoso inimigo" parou, virou-se e calmamente proferiu: "Olhe, para começar bom dia, não acha?"
Realmente não há nada como fazer uma guerra bem educada.