sábado, 25 de agosto de 2007
Bom dia OC!
Às 15:30 h, junto à estação de Montparnasse, o General Dietrich von Choltitz, comandante das forças ocupantes, assinou a rendição perante o General Philippe Leclerc de Hauteclocque, comandante da 2ª Divisão Blindada francesa, e o Coronel Rol, comandante dos resistentes franceses na região de Paris.
Onda do
Jota
@
01:38 –
ninguém comentou
quinta-feira, 23 de agosto de 2007
Broncas e olés

Na foto, José Tomás, quarta-feira em Almeria.
Onda do
J.N.Barbosa
@
19:46 –
ninguém comentou
quarta-feira, 22 de agosto de 2007
ARMÉNIA
Onda do
Manel
@
19:38 –
tem 1 comentário
terça-feira, 21 de agosto de 2007
Eduardo Mourato -
Para animar este Agosto dos emigrantes, aqui fica o mais refinado produto da cultura portuguesa globalizada.
Onda do
J.N.Barbosa
@
19:15 –
tem 1 comentário
Bom dia OC!
A Roménia não participou e até condenou a invasão, tal como a generalidade dos Partidos Comunistas dos países ocidentais. A excepção foi o PCP que, através do seu secretário-geral Álvaro Cunhal, apoiou a acção do governo soviético e dos seus aliados.
Onda do
Jota
@
01:59 –
ninguém comentou
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
Bom dia OC!
Onda do
Jota
@
00:45 –
ninguém comentou
sábado, 18 de agosto de 2007
PERU
Onda do
Manel
@
20:15 –
tem 2
comentários
Pensamento do dia - Regime rosa
Onda do
LSN
@
14:03 –
ninguém comentou
Mais outra
Lá vem este chato novamente, dirão os pacientes leitores destes escritos. Pois terão muita razão mas... continuo.
Das duas uma: ou a língua portuguesa é de uma pobreza confrangedoura que não consegue expressar em termos seus a actividade dos tais trabalhadores ou, o que é mais provável, os noticiaristas em questão estão a prestar-lhe um péssimo serviço, quando deveriam ser um dos baluartes da sua defesa.
Bom, há uma terceira hipótese que quase me ia recusando a referir, mas que, por uma questão de honestidade mental o tenho de fazer: o prazo de validade de quem persiste em reparar nestas coisas.
Tenham umas boas férias.
Onda do
José Cruz
@
11:53 –
tem 2
comentários
sexta-feira, 17 de agosto de 2007
Bom dia OC!
Vítima de um muro que procurava barrar os caminhos da liberdade e de uma ordem que mandava atirar a matar sobre quem tentasse ultrapassar essa barreira, Peter Fechter, um pedreiro com pouco mais de 18 anos, foi abatido quando teve a ousadia de procurar a liberdade.
Onda do
Jota
@
01:47 –
ninguém comentou
quinta-feira, 16 de agosto de 2007
Rodrigues Leite
Que o dia se repita por muitos e bons.
Onda do
José Cruz
@
07:21 –
tem 7
comentários
Bom dia OC!
Eça de Queirós morreu em Neuilly-sur-Seine, com 54 anos, no dia 16 de Agosto de 1900.Natural da Póvoa do Varzim, onde nasceu na Praça do Almada em 25 de Novembro de 1845, José Maria de Eça de Queiroz, era filho natural de José Maria de Almeida Teixeira de Queiroz, então delegado do procurador régio em Ponte de Lima, e de Carolina Augusta Pereira de Eça.
Registado como filho de mãe incógnita, viveu os primeiros anos em Vila do Conde, entregue aos cuidados de uma ama, e depois na casa dos avós paternos em Verdemilho, perto de Aveiro. Apesar dos pais se terem casado quatro anos depois do seu nascimento, só aos dez anos é que vai para sua casa no Porto, onde começa a estudar no colégio de Nossa Sr.ª da Lapa, dirigido por Joaquim da Costa Ramalho, pai de Ramalho Ortigão.
Em 1866 licencia-se em Direito na Universidade de Coimbra e vai para Lisboa onde tenta exercer advocacia, embora com pouco sucesso. Muda-se no final desse ano para Évora para fundar e dirigir o jornal Distrito de Évora, mas regressa no ano seguinte a Lisboa. Em 1870 publica no Diário de Notícias o relato de uma viagem que fez ao Egipto, a que deu o título “De Port-Said a Suez”. Nesse ano e também no Diário de Notícias publica em conjunto com Ramalho Ortigão “O Mistério da Estrada de Sintra”, colaboração que prossegue em 1871 com o início da publicação de “As Farpas”.
Eça inicia a carreira diplomática em 1872 como cônsul de 1ª classe nas Antilhas espanholas, residindo em Havana. Regressa à Europa em 1874, indo como cônsul para Newcastle-on-Tyne, no norte de Inglaterra, onde escreve ”O Crime do Padre Amaro”, que é publicado em capítulos na Revista Ocidental. Segue-se “O Primo Basílio” em 1878 e dois anos depois, já como cônsul em Bristol, escreve “O Mandarim”. Seguiram-se alguns anos em que se dedica a rever as obras que tinha anteriormente escrito, publicando depois “A Relíquia” em 1887 e “Os Maias” em 1888, ano em que vai para o consulado de Paris, onde passa o resto da sua vida.
Onda do
Jota
@
01:45 –
tem 1 comentário
terça-feira, 14 de agosto de 2007
Disciplina Militar
Será que o nosso Paiva pode comentar o que aqui digo?
Onda do
J.N.Barbosa
@
18:02 –
tem 2
comentários
Pensamento do dia - O fosso
De Eva Gaspar, colunista do Jornal de Negócios, no seu artigo (14Ago) "Portugal agrava fosso entre ricos e pobres para o pior nível europeu":"Contrariando a tendência europeia, Portugal é hoje não apenas o "campeão", mas também o Estado-membro da União Europeia onde as disparidades de rendimento mais se acentuaram nos últimos anos."
Onda do
LSN
@
10:29 –
ninguém comentou




