quinta-feira, 17 de julho de 2008

ENGANO , SIR



Deve haver por aí algum engano, meu!
Com a experiencia deste Senhor no Sporting , Real , e Selecção a nº1 ,e com o sabido passado no Manchester United com o Adjunto , o inefável senhor "agarra tacho" ,certamente que o contractou para nº 2.
Vamos a ver é de quem......

terça-feira, 15 de julho de 2008

COISAS MÁS

A Escola de pesca vai ser encerrada a partir de 15 de Setembro e demolidas as instalações actuais a fim de dar lugar à edificação da sede de uma Fundação privada. Vamos ver uma Escola bem equipada , que custou 35 milhões de euros e cujas últimas obras foram completadas em 2000, (ver abaixo o testemunho do Temes ,um dos antigos directores da Escola(outro foi o Almirante Lencastre) - e com uma situação geográfica impar, não ser utilizada em prol do desenvolvimento da cultura náutica em Portugal:
1 NOTA EXPLICATIVA :

Em 1946 é criada ,em Caxias, a "Escola de Marinheiros e de Mecânicos da Marinha Mercante" (no âmbito da então Junta Nacional da Marinha Mercante –Ministério da Marinha) que em 1969 passa a ser designada por "Escola de Mestrança e Marinhagem". Em Junho de 1974 passa à dependência da Secretaria de Estado da Marinha Mercante, como estabelecimento de ensino técnico-profissional, transitando as suas instalações para Paço d´Arcos, junto à Escola náutica em 1983.
Na área das pescas temos que com o aparecimento das Casa dos Pescadores foram sendo a criados Postos de Ensino para 3 escalões de instrução profissional das pescas (Rudimentar, Elementar e Profissional) que deram lugar , em 1970, à "Escola Profissional de Pesca de Lisboa", sita em Pedrouços (em edifício hoje em reconstrução junto à Universidade Moderna). Em 1974, passa à dependência da Secretaria de Estado das Pescas e, em 1986, com o objectivo de obter uma maior coordenação da certificação do ensino e permitir formação nas categorias mais elevadas na carreira de pescador, dá lugar à "Escola Portuguesa de Pescas" sendo criado em simultâneo o FORPESCAS (centro protocolar entre a Escola e IEFP) para cobrir o ensino profissionalizante ao longo do País- 10 delegações nos principais centros pesqueiros), com instalação no novo edifício em Pedrouços, ao lado da Docapesca.
CLIQUE PARA VER O PROJECTO DA FUNDAÇÃO CHAMPALIMAUD QUE VAI OBLITERAR UM DOS MAIS PRECIOSOS ACTIVOS NA FORMAÇÃO NÁUTICA
A FUNDAÇÃO CHAMPALIMAUD PEDE A OPINIÃO PUBLICA SOBRE O PROJECTO.
Nos anos 90, com o reaparecimento do Ministério do Mar, nasce em 1993 a "Escola das Marinhas de Comércio e Pesca" (EMCP), fruto da fusão das Escolas de Mestrança e Marinhagem e Portuguesa de Pescas, ocupando as instalações desta última, pretendendo-se, sem perder a dinâmica já adquirida na área das pescas, reunir num só estabelecimento de ensino a responsabilidade por toda a formação, para os escalões de mestrança e marinhagem, dos profissionais das actividades não militares ligadas ao Mar, nomeadamente pesca, transporte marítimo, tráfego local assim como actividades económicas conexas (p.ex. tratamento e conservação de peixe, trabalho portuário).
Esta solução tinha toda a lógica. Centralizou o ensino e a respectiva certificação permitindo pensar que, num futuro, as carreiras da mestrança e marinhagem das diversas marinhas (comércio, pesca , trafego local) poderiam ser intermutáveis. Conjuntamente com a formação nas "actividades conexas", com a forte cooperação que se desenvolvia com as escolas congéneres dos PALOP´s e respondendo a uma única tutela podia-se afirmar que se estava perante um solução harmoniosa, situação que se manteve enquanto houve Ministério do Mar, estando subjacente que o saber andar no mar é igual para qualquer das actividades que nele se exerça.Na estrutura do novo governo, decorrente das eleições de 1995, deixou de haver Ministério do Mar e a EMPC passou para a tutela do Ministério da Agricultura, Pesca e Desenvolvimento Rural (o título pode não estar correcto...). Na altura era a minha pessoa Director da dita escola, mas foram infrutíferas as chamadas de atenção para o inconveniente de tal tutela uma vez que nada tinham a ver com o andar no mar e sobre as pescas a única coisa que lhes interessava era, quanto muito, a cor do olho do peixe na lota. Por outro lado, toda a certificação, gestão de carreiras , etc, ficava no Ministério dos Transportes, ministério no qual ficavam inseridos os organismos com quem a EMPC teria de manter relação estreita por via das áreas de formação de que era responsável. A isto acrescia o facto de ser visível que a procura da formação na área das pescas estava a diminuir. Mas nada disto foi considerado importante, nem ao menos dar uma dupla tutela, e a solução foi dar novo nome à escola que passou a designar-se por "Escola de Pesca e da Marinha de Comércio" (EPMC) . –Muito súbtil a reorganização!
Não foi a "América Cup" mas sim o "SIMPLEX" que acaba por derrubar esta instituição! Assim, na reestruturação do Ministério da Agricultura uma das coisas que estava a mais era a EPMC e portanto foi riscada das instituções. Muita conversa e eis que nasceu a ideia de substituir a EPMC e o já atrás citado FORPESCAS por um novo organismo fruto de protocolo entre os Ministérios da Agricultura e do Trabalho. E assim nasce um novo Centro de Formação o "FOR-MAR" sob tutela do Instituto do Emprego e Formação Profissional.
Considero ser de lamentar profundamente e mais uma vez o discurso não condiz com a acção. Então um País que fala tanto do Mar e o seu Governo considera não ser importante a existência de uma ESCOLA, enquanto instituição autónoma, onde se cultive e transmita a cultura marítima e náutica? Será que o andar no mar agora é fundamentalmente um simples problema de emprego? E depois, é só a Marinha que não consegue explicar porque não consegue salvar seis vidas num desastre no mar junto à praia!
Orlando Temes de Oliveira--------------------------
ACORDO ENTRE A FUNDAÇÃO CHAMPALIMAUD, ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE LISBOA E GOVERNO FEITA EM PURO SECRETISMO SURPREENDE VEREADOSRES
A FUNDAÇÃO CHAMPALIMAUD PEDE A OPINIÃO PUBLICA SOBRE O PROJECTO _____

COISAS BOAS

Vila Galé, Montebelo, Nova Caxias, Garden Palace e Pousadas de Portugal são as cinco concorrentes à exploração hoteleira do Palácio dos Arcos, em Oeiras, segundo fonte da C.M. de Oeiras. O Palácio dos Arcos, construído no século XV, e reconstruído no sec XVIII ,situa-se no Centro Histórico da vila de Paço de Arcos, numa localização privilegiada sobranceira ao rio e rodeado de jardins extensos que são o que resta de uma vasta quinta. O brasão que lá está , em pedra , é dos Lencastres. O concurso público lançado pela Câmara de Oeiras prevê a concessão do palácio por 99 anos, a partir da concepção e execução de um projecto de reabilitação e ampliação a aprovar pela autarquia. O concessionário terá ainda de pagar à autarquia, a partir do terceiro ano, uma remuneração mensal mínima de 2.500 euros, que a partir do quinto ano sobe para quatro mil euros.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Conferências na Fundação Calouste Gulbenkian

Reproduzo o texto abaixo, recebido da Fundação Calouste Gulbenkian, relativamente a mais uma conferência subordinada ao tema "Na Fronteira da Ciência"

"O Serviço de Ciência da Fundação Calouste Gulbenkian, em colaboração com a Ciência Viva, realiza no Auditório 2 da Fundação Calouste Gulbenkian (Av. de Berna, 45 A) a conferência – NA FRONTEIRA DO UNIVERSO: EM BUSCA DO FIM DA IDADE DAS TREVAS – que terá lugar no dia 16 de Julho (quarta-feira), às 18h00, e será proferida pelo Prof. Doutor José Manuel Afonso, do Observatório Astronómico de Lisboa. Teria muito gosto em que estivesse presente nesta iniciativa.

Poderá também assistir em directo através do site: http://live.fccn.pt/fcg/ e enviar as suas questões (fronteiradaciencia@gulbenkian.pt) que o orador responderá no final da sessão. Outras informações relativas a esta iniciativa estão disponíveis no site www.gulbenkian.pt/fronteiradaciencia ."

PRESTÍGIO PARA PORTUGAL

O deputado do CDS José Ribeiro e Castro escreveu ao Presidente do Parlamento Europeu, o alemão Hans-Gert Pöttering, propondo que a Biblioteca passe a denominar-se "Biblioteca Francisco Lucas Pires". Ribeiro e Castro convidou para co-autores desta iniciativa os antigos Presidentes do Parlamento Enrique Barón Crespo (socialista espanhol, grupo PSE) e Nicole Fontaine (democrata- cristã francesa, grupo PPE-DE), colegas de Lucas Pires no período em que este foi deputado ao Parlamento Europeu. A iniciativa da proposta concretizada em Estrasburgo, seguiu-se a outras diligências anteriores de consultas e sensibilização.

A carta enviada destaca que "Francisco Lucas Pires contribuiu decisivamente para a afirmação e aprofundamento do ideal europeu e, também, para a definição e desenvolvimento do projecto e do carácter da União Europeia. Lucas Pires conta-se, sem dúvida entre os parlamentares europeus mais notáveis. Infelizmente, morreu ainda muito jovem. Mas aqueles que o conheceram e que com ele trabalharam não têm qualquer dúvida: Francisco Lucas Pires era um homem brilhante, um político europeu empenhado, um intelectual de dimensão excepcional."

Dirigindo-se a Hans-Gert Pöttering, os autores da proposta, afirmam que "a marca imperecível deixada por Francisco Lucas Pires no pensamento e na construção europeias merecem ser honradas de maneira digna e adequada pelo Parlamento Europeu em que tanto se distinguiu. Como professor universitário e escritor da Política e do Direito que também era, acreditamos que dar o nome de Francisco Lucas Pires a uma biblioteca do nosso Parlamento seria uma homenagem justa e apropriada para celebrar em permanência a sua figura de político notável, intelectual reputado e jurista esclarecido."

SÉ das FORÇAS ARMADAS

Madrid
A estes , nuestros hermanos militares , vale a pena ter Sé e ter Fé , porque são acarinhados , respeitados , premiados , com futuro.
Nós? Temos a capelinha da Memória (enquanto o Ministro deixar ) e , mesmo assim, com o Marquês lá dentro.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

AVENIDA

Com o visceral ódio que o PS tem , desde sempre , ás Forças Armadas , não se percebe como é que o Dr. António Costa ainda não mudou o nome da Avenida das Forças Armadas , uma das principais de Lisboa.
Por isso , e antes que o nome seja substituído por o topónimo de uma figura do PS ou outro politico , e , uma vez mais a classe militar engula o sapo , proponho que sejamos nós , através do CEMGFA(existe?) , militares , a pedir para tirarem de lá as placas.
Já estamos tão baixo no nível social , tão desprezados pelo poder político , tão achincalhados pela ignorante opinião pública , tão insultados pelos jornais , que queremos uma AVENIDA para quê?

quarta-feira, 9 de julho de 2008

SÓ PARA SER ABRANGENTE

SEDES
Governar em democracia é um “pouco” mais difícil do que governar em ditadura, a democracia tem uma série de “inconvenientes” que a ditadura resolve silenciando as opiniões e, acima de tudo, evitando eleições. Em democracia os governantes, se o quiserem ser durante mais algum tempo, terão de ceder às expectativas dos eleitores, muitos deles ainda convencidos de que o Estado tem uma máquina de fazer dinheiro.
Em democracia os políticos só sobrevivem se fizerem a vontade aos eleitores ou pelo menos algumas vontades, os únicos governantes rigorosos que sobreviveram muito tempo conseguiram-no graças à ditadura. A democracia portuguesa tem uma longa história de condenação dos governos rigorosos, todos os governos que reequilibraram as contas públicas foram derrotados nas eleições que se seguiram.
As políticas duras propostas pelos Chicago Boys, de que andam por cá muitos admiradores saudosistas foram bem sucedidas, mas graças a uma ditadura conduzida por Pinochet. Dificilmente seriam aceites em democracia. Mário Soares pagou bem caro as políticas de reequilíbrio que teve de aceitar como condição para cumprir os acordos que o país teve de assinar com o FMI. Mas nessa altura Luís Cunha estudava nos EUA e quase que aposto que era um admirador de Milton Friedman, coisa que nesse tempo ficava bem a qualquer estudante de economia mais ambicioso, o amor à esquerda veio-lhe mais tarde como se viu pela pensão do Banco de Portugal.
Não deixa de ser curioso que a direita portuguesa que governou durante tantos anos a coberto de uma ditadura tenha agora aprendido a ser oportunista, dando à esquerda a tarefa de reequilibrar as contas, aproveitando o mal-estar para ganhar eleições e aproveitar-se dos esforços feitos para mostrar obra e voltar a desequilibrar as contas públicas. Essa manobra foi bem sucedida com Cavaco Silva e Manuela Ferreira Leite volta a experimentar a receita, ela que deixou o país à beira de uma crise financeira aparece agora como a boa moeda cavaquista que nos vais livrar dos males da economia, ela que durante dois anos dava diariamente a boa nova de que os sinais de retoma já eram quase visíveis, quer agora ser primeira-ministra beneficiando do trabalho alheio.
Mas à SEDES não cabe analisar a oposição, nos últimos anos ressuscitou para avaliar o governo, desta vez descobriu que Portugal é uma democracia e os governos são forçados a pensar nos eleitores. Não lhe cabe dizer se prometer distribuir o dinheiro das obras públicas pelos pobres é eleitoralismo ou mesmo populismo pimba, mas cabe criticar os governo porque em quatro anos de mandato tomou algumas medidas de que a oposição diz estarem aquém do desejado.
Onde estava a SEDES quando Correia de Campos foi substituído? Lembro-me de ouvir algumas vozes virem em defesa do ex-ministro da Saúde, não me recordo de ver a SEDES tomar qualquer posição. Nessa altura PSD e PCP uniram-se sob o disfarce do anonimato para organizarem dezenas de manifestações. Onde estava a SEDES para dizer que ir parir a Badajoz não era ofensivo para a Nação, onde esteve a SEDES na hora de defender as reformas corajosamente implementadas por Correia de Campos? Eu digo onde estava a SEDES, estava cobardemente em silêncio.
Agora a SEDES veio armada em virgem nestas coisas da política e descobre que em democracia os governos adoptam medidas simpáticas em vésperas de eleições, que grande novidade! Não sabiam, ou no mundo deles só existem ditaduras? Veja-se o que se passa nos EUA ou em qualquer democracia ocidental.
A crítica da SEDES tem algum fundamento mas revela uma insuficiência de valores democráticos por parte de alguns dos seus tecnocratas, exigir que um governo adopte medidas difíceis até ao dia das eleições ou é desejar que um governo faça a parte difícil para que o segundo governe à Cavaco Silva, ou então esta gente foi muito bem-educada considera que a fórmula de governo mais aceitável pelos tecnocratas é a ditadura.
É mais um caso em que me apetece dizer que “ao mau cagador até as calças empatam”.
Jú Terreiro do Paço

As Falhas do Zé do Telhado

Com a devida vénia, transcrevo o editorial de Helena Garrido, retirado do "Jornal de Negócios On Line", de hoje. Só para meditarmos.

Tenham um bom dia!

Helena Garrido
As falhas do Zé do Telhado
Helenagarrido@mediafin.pt

As políticas fiscais são cada vez menos capazes de corrigir as desigualdades. Mas em Portugal não se usa todo o poder que os impostos ainda têm, de transferir rendimento de quem recebe mais para quem recebe menos. Há isenções que ninguém entende, como as que incidem sobre as mais valias bolsistas.

O presidente do BPI, Fernando Ulrich, em entrevista à Rádio Renascença e ao Público, defendeu que se acabasse com a isenção da tributação das mais valias bolsistas, que se criasse um escalão de tributação para rendimentos mais elevados e que se lançasse uma sobre-taxa sobre lucros que ultrapassem os cem milhões de euros.
São ideias pouco elaboradas, é certo, feitas já várias vezes no passado - é a quarta vez, disse Fernando Ulrich - mas são propostas para as quais vale a pena olhar um pouco que seja. Vale desde logo pelo facto de partir do sector financeiro, aquele que tem sido acusado de não cumprir devidamente as suas responsabilidades fiscais para com a sociedade. Vale ainda por partir de quem diz votar no PSD, partido que se pressupõe proteger os rendimentos elevados. E vale ainda pela preocupação que revela com as desigualdades e os problemas financeiros do Estado, factor limitador do apoio aos mais desfavorecidos.
Fernando Ulrich fez um exercício de cidadania, de pertença e preocupação com o país. Com propostas de soluções que podem ser discutíveis, mas que revelam uma reflexão para além da simples crítica, do simples dizer o que está mal, como se todos já não o soubéssemos. Eram estes os registos que deviam ter as análises e debates, orientados para soluções e não para a problematização e para o "bota abaixo". Estaríamos a dar um contributo com enormes vantagens, não apenas directas, mas também indirectas, por via da alteração das atitudes na família e nas empresas. Atitudes de soluções e não de problemas, que se esperam também dos grupos da sociedade civil, como o Compromisso Portugal e a Sedes, nesta altura de avaliação do estado da Nação. É pena que os empresários portugueses, accionistas de empresas de referência, se tenham escusado a falar sobre as propostas feitas por Fernando Ulrich e principalmente a avançar com ideias próprias. Compreende-se que existam razões para não comentar, percebe-se menos porque não contribuem também com ideias de soluções.
As propostas fiscais de Fernando Ulrich merecem dos fiscalistas contactados pelo Jornal de Negócios avaliações que não são unânimes.
Todos concordam com o fim da isenção de imposto sobre mais valias obtidas após um ano da compra de acções. Pode ser que desta vez o Governo tenha coragem para avançar com essa medida, embora, com a recente queda da bolsa, este seja um tempo de menos valias. A sobretaxa no IRC e a criação de um escalão de rendimento mais elevado no IRS são propostas mais controversas.É conhecido que o elemento Zé do Telhado do sistema fiscal é cada vez mais frágil. Os que obtêm maiores rendimentos têm na globalização um aliado para pagarem menos impostos. Alguns usam e abusam dessa vantagem, transferindo os custos de funcionamento e de coesão da sociedade, em que vivem, para quem ganha menos. Atitudes perigosas, geradoras de problemáticos Zés do Telhado.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Almoço de 8.7.2008

Da autoria do (quase) fotógrafo oficial dos almoços Trigo Allen:

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Será que é o Madaíl?

HEROIS de TROIA

A SEDES fez mais um documento de analise à situação do País e à actuação do Governo.
A SEDES faz isto vai para largos anos e , que me lembre , sempre foi escutada com enorme atenção e louvor, nomeadamente pela esquerda.
Hoje , ouvi , embora de boca aberta , o Ministro da Economia dizer que o documento da SEDES eram frustrações pessoais do seu Presidente (Luis Campos e Cunha -1º Ministro das Finanças do Governo socialista de agora) , e que por isso não se deve dar importância.
Fiquei a saber , também hoje , que o documento é também subscrito pelo Doutor Pedro Pitta Barros (filho do nosso Camarada) , um dos mais conceituados economistas portugueses , pelo que ainda mais credível se torna.
Nunca se viu uma coisa destas!

EMBAIXADA EM DILI

Vaga na área do Género e Desenvolvimento - Assessoria para a Secretaria de Estado da Promoção da Igualdade (SEPI) da República Democrática de Timor-Leste

O escritorio da UNIFEM em Timor-Leste pretende recrutar um(a) assessor(a) em Género e Desenvolvimento para a Secretaria de Estado da Promoção da Igualdade (SEPI) da República Democrática de Timor-Leste, pelo que abaixo se reproduzem os TdR da posição identificada em epígrafe, sendo que o prazo limite para a apresentação de candidaturas termina no próximo dia 18 de Julho.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

TOCA A VOTAR



Vai haver um importante acto eleitoral , para todos os Orgãos Sociais.
Camaradas nossos são candidatos , como o Baptista e o Augusto dos Santos.
Apareceu agora uma outra lista , o que , democráticamente é muito salutar.
Mas importa votar. Ainda por cima o voto por correspondencia é facilimo e gratis.
Não haverá desculpa para o abstencionismo.

REVISTA DE MARINHA

A 26 de janeiro , creio , lancei aqui a "onda" de que a Revista de Marinha , fundada por Mauricio de Oliveira e tão bem continuada e animada pelo Com. Lobo Fialho, iria mudar de "pena" , estando a correr negociações com o grupo "Prefácio" , de Nuno de Carvalho.
Essas negociações parece que não se concretizaram , e ainda bem , digo eu , porque quem já avançou foi o nosso Camarada e Amigo Almirante Henrique Fonseca , que penso assumirá o controle e orientação completa da prestigiosa revista em Janeiro de 2009.
Sobre o que o Henrique Fonseca poderá fazer de excelente ninguém duvidará , mas o que o Comandante Fialho fez , pela Marinha e pelo Mar , foi notável. Anos e anos de dedicação , divulgação , apoio. Não sei se essa missão já teria sido publicamente reconhecida. Se o não foi , não poderá ser esquecida.