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Anónimo
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16:36 –
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Água aberta ... no OCeano |
Em 1961, durante o processo que levou à queda da Índia Portuguesa, o então 2º Ten Oliveira e Carmo bateu-se heroicamente, sacrificando a própria vida na defesa de Portugal. Em sua homenagem, a Armada decidiu que o curso a entrar na Escola Naval em 1962 o teria como patrono. Foi o “OC”. Este curso, que desde sempre fomentou e cimentou fortes laços de camaradagem e amizade, vem criar este espaço de contacto, cuidando assim de aproximar o que a lei da vida vai afastando. |
Realizou-se ontem dia 9 o jantar de Natal do “OC”, muito valorizado pela presença de muitas das nossas caras metade que, apesar de terem nascido um tanto cedo e por conseguinte não beneficiado da possibilidade de concorrerem à Escola Naval em tempo próprio, tiveram a fina inteligência de se integrarem no curso, enriquecendo-o, através de cada um de nós.
Registe-se o excelente repasto proporcionado pelo Camilo Alves.
Foi um evento agradabilíssimo onde a amizade, a boa disposição, a camaradagem e até o rejuvenescimento, estiveram presentes do primeiro ao último minuto, motivando vários pedidos de repetições futuras.
Espera-se que a reportagem fotográfica da concorrência, o Allen, ilustre condignamente o acontecimento, já que a minha foi um desastre, como se vê pelas amostras.
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José Cruz
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09:56 –
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(Para ampliar, "clicar" na imagem) O sucesso da introdução maciça do azulejo português em Goa foi de tal ordem que, recentemente, o jornal Herald (19-10-2009) informava que as autoridades queriam exportar azulejos, porque Goa “pode vender a um terço ou um quarto do preço dos portugueses e dos espanhóis”.
Goa sempre procurou distinguir-se do resto da Índia e evidenciar a sua diferença cultural, tendo encontrado na utilização do azulejo português um curioso sinal de diferenciação. E tudo começou há bem pouco tempo.
(Para ampliar, "clicar" na imagem)
Onda do
A.R.Costa
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09:05 –
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| Paul Krugman, economista, Nobel 2008, "I"/"New York Times", 4-12-2009 |
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Ramiro Soares Rodrigues
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17:43 –
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Ramiro Soares Rodrigues
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16:11 –
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Etiquetas: Crises
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José Aguilar
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12:53 –
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Quem era o OC12 quando da entrada para EN em 1962?
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Ramiro Soares Rodrigues
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19:26 –
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Ramiro Soares Rodrigues
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19:03 –
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Ramiro Soares Rodrigues
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Ramiro Soares Rodrigues
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Ramiro Soares Rodrigues
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Etiquetas: Mar, marinha, Poder Naval
Goa por Jan Huygen van Linschoten (1594)Velha Goa é o maior símbolo da herança cultural portuguesa na Índia, as suas igrejas e conventos foram declarados Património Cultural da Humanidade pela UNESCO e, na sua Basílica do Bom Jesus, guarda o túmulo de S. Francisco Xavier.
Em Fevereiro de 1510 o governador Afonso de Albuquerque com 20 navios e 1200 homens entrou na barra do rio Mandovi e tomou a cidade de Goa, situada a cerca de 10 Km para montante. A cidade foi perdida algum tempo depois e, no dia 25 de Novembro de 1510, foi definitivamente conquistada por uma frota de 28 navios e 1700 homens, passando os portugueses a dominar toda a ilha de Goa.
A partir da ilha de Goa (Tiswadi), em 1543 os portugueses alargaram os seus domínios para norte (Bardez) e para sul (Salcete) por cedência do sultão de Bijapur, ao mesmo tempo que as ordens religiosas se instalaram e iniciaram um processo de cristianização.
Governada por um Vice-Rei, a cidade de Goa tornou-se rapidamente na sede oriental do poder marítimo português e da Cristandade, atingindo uma elevada prosperidade, como atestam os clássicos relatos de Jan Huygen van Linschoten e de Francisco Pyrard de Laval, bem como as admiráveis descrições de Tomé Pires, Duarte Barbosa, João de Barros, Diogo do Couto e Fernão Lopes de Castanheda.
A partir de meados do século XVII iniciou-se um longo período de declínio, devido sobretudo à guerra com os holandeses, que Charles Boxer classificou como “uma luta que foi travada em 4 continentes e 7 mares e que merece muito mais ser chamada a Primeira Guerra Mundial do que o Holocausto de 1914-1918, a que geralmente se atribui essa honra duvidosa”.
Uma epidemia assolou a cidade de Goa e, aos poucos, os seus residentes abandonaram-na e mudaram-se para os subúrbios de Panelim e Ribandar. O efeito continuado e agressivo da monção, a menor qualidade dos materiais de construção e o abandono, fizeram com que a generalidade dos edifícios construídos na primeira metade do século XVI na velha cidade tivessem desaparecido, tendo sobrevivido apenas algumas igrejas e conventos. A expressão Velha Cidade ou Velha Goa começou então a ser adoptada. A extinção das ordens religiosas que aconteceu mais tarde, ditou o definitivo abandono da velha cidade, que se transformou num extenso campo de ruína.
Na segunda metade do século XVIII o território de Goa alargou-se com a anexação das províncias de Perném, Bicholim, Satari, Pondá, Sanguem, Quepem e Canácona, que passaram a ser designadas por Novas Conquistas, enquanto os outros territórios passaram a ser conhecidos como as Velhas Conquistas.
O prolongado declínio do território parecia chegar ao fim e a sua capital foi transferida para Pangim ou Nova Goa, que em 1843 passou a ter o estatuto de cidade, com as construções então idealizadas a serem consideradas, ainda hoje, como referências importantes da sua arquitectura.
Em 1932 os monumentos da Velha Cidade foram classificados pelas autoridades do Estado Português da Índia, mas só na década de 50, por iniciativa do Governador Vassalo e Silva, foi feita uma tentativa bem sucedida de recuperação do importante património arquitectónico de Velha Goa.
A partir de 1986 a UNESCO declarou as igrejas e os conventos de Velha Goa como Património Cultural da Humanidade e, actualmente, a Velha Cidade é o principal pólo de atracção turística e cultural do Estado de Goa.
Onda do
A.R.Costa
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11:11 –
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Onda do
J.N.Barbosa
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19:38 –
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