quarta-feira, 2 de maio de 2007

Bom dia OC!

Há 25 anos o submarino nuclear britânico “Conqueror” afundou o cruzador argentino “General Belgrano”, causando a morte a 321 marinheiros e 2 civis argentinos, um pouco mais de metade das baixas que este país sofreu na Guerra das Malvinas.
Foi um acto mais do que polémico, já que o “General Belgrano” estava fora da zona de exclusão de 200 milhas decretada pelo Reino Unido e afastava-se das Malvinas, dirigindo-se para a Argentina.
O ataque ao “General Belgrano” provocou uma escalada no conflito numa altura em que o Peru tentava negociar com os dois beligerantes um plano de paz e menos de 48 horas depois, no dia 4 de Maio de 1982, um míssil Exocet disparado por um avião argentino destruiu o HMS “Sheffield”.

2 comentários:

O FdaPonte disse...

Tive como professor na "Dryad" e depois como Comodoro(Chistopher Gotto era o seu nome) o então Imediato do Sheffield, que me fez, em longas conversas,interessantes comentários sobre as Malvinas.
O episódio da Belgrano é um exemplo paradigmático do uso do submarino como arma estratégica, uma vez que paralizou toda a esquadra argentina, ameaçada por possiveis e prováveis ataques à saida das suas bases.
Aqui estará uma resposta aos detractores da aquisição de subs- o seu uso estratégico como vector de ameaça ofensiva, por um país maritimo.
Mas o que é isso perante o espirito de "Santa Margarida"?

O FdaPonte disse...

O comandanie do Conqueror, o então Captain Chris Belton, foi posteriormente o comandante dos submarinos nucleares Uk