terça-feira, 9 de outubro de 2007

O PEIXE QUE ME VENDERAM

Contaram-me que os cartões (já vou em 3) do ADM foram feitos em Itália (!!!!!) , pois a encomenda requereu concurso internacional(!!!!!!).

Bom. Os meus dados pessoais foram , assim , também para Itália e , neste momento não sei se estarão nas grutas do Afeganistão.

Para além deste problema , este abuso que pode ser grave (um jurista como o nosso Fernão poderá dize-lo) , vejam só quanto teria custado .

Também há quem diga que o codigo da barra que lá está nem sempre condiz com o do proprietário.

Será que o Dr. Luis Amado , que é o culpado desta borrada de acabar com a ADMA , está a par destas barracadas?

A REN

Parece que o presidente da Rede Eléctrica Nacional (REN), um senhor que se chama José Penedos, garantiu (!) que as redes de muito alta tensão não causam problemas de saúde. Sabe-se que tem havido vários protestos da população, um pouco por todo o lado, sobre a edificação de várias torres, algumas delas a escassas dezenas de metros de escolas e habitações, as quais criam situações pouco dignas para um país que se diz civilizado. O Supremo Tribunal Administrativo já determinou o encerramento de uma linha (Fanhões - Trajouce) mas o senhor acima citado continua a empatar o processo e a linha mantém-se em funcionamento. Eu cá, se pudesse, fazia o seguinte: colocava o presidente da REN e família (mulher, filhos e netos) a viver numa casinha mesmo debaixo de uma dessas torres ... sempre queria ver quantos minutos demorava ele a mandar desligar a corrente.

Godinho Veiga


Crendo que a NET já chegou a Borba, aqui vai um grande abraço por este teu dia festivo, com votos de muitas repetições.
Quando desceres à civilização, sem ofensa para essa magnífica terra, contacta com a malta.
Se alguém te puder fazer chegar esta notícia, agradeço-lhe que o faça.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

OLÁ OC - 9 de Outubro

ERNESTO “CHE” GUEVARA

Nascido em 14 de junho de 1928 na cidade de Rosário, Guevara foi o primeiro dos cincos filhos do casal Ernesto Lynch e Celia de la Serna y Llosa. Desde pequeno que sofria ataques de asma e por essa razão, aos 12 anos, mudou com a família para as serras de Córdoba.
Em 1947, entra na Faculdade de Medicina da Universidade de Buenos Aires desenvolvendo logo um especial interesse pela lepra. Em 1952, realiza uma longa jornada pela América do Sul com o melhor amigo, Alberto Granado, percorrendo 10.000 km em uma moto Norton 500, apelidada de 'La Poderosa'. Observam, interessam-se por tudo, analisam a realidade com olho crítico e pensamento profundo. Os oito meses dessa viagem marcam a ruptura de Guevara com os laços nacionalistas e dela se origina um diário. Aliás, escrever diários torna-se um hábito cultivado até a sua morte.
No Peru, trabalhou com leprosos e resolveu tornar-se um especialista no tratamento da doença. Che saiu dessa viagem chocado com a pobreza e a injustiça social que encontrou ao longo do caminho e identificou-se com a luta dos camponeses por uma vida melhor.
Mais tarde voltou à Argentina onde completou seus estudos em medicina. Foi convocado para o exército, porém no dia da inspeção médica tomou um banho gelado antes de sair de casa e na hora do exame teve um ataque de asma. Foi considerado inapto e dispensado.
Já envolvido com a política, em 1953 viajou para a Bolívia e depois seguiu para Guatemala com seu amigo Ricardo Rojo. Foi lá que Guevara conheceu Ñico Lopez, amigo de Raúl Castro.
Da Guatemala foi para o México, onde reencontrou Ñico Lopez, que o levou para conhecer Raúl Castro. Raúl tornou-se rapidamente amigo de Che e apresentou-o ao seu irmão mais velho, Fidel, que se tornou seu amigo instantaneamente.
Tiveram então a famosa conversa de uma noite inteira na qual debateram sobre política mundial e, ao final, estava acertada a participação de Che no grupo revolucionário que tentaria tomar o poder em Cuba. A partir desse momento começaram a treinar táticas de guerrilha e operações de fuga e ataque. Em 25 de novembro de 1956 os revolucionários desembarcam em Cuba e refugiam-se na Sierra Maestra, de onde comandam o exército rebelde na bem-sucedida guerrilha que derrubou o governo de Fulgêncio Batista. Depois da vitória, em 1959, Che torna-se cidadão cubano e vira o segundo homem mais poderoso de Cuba. Marxista-leninista convicto, é apontado por especialistas como o responsável pela adesão de Fidel ao bloco soviético e pelo confronto do novo governo com os Estados Unidos.
Guevara queria levar o comunismo a toda a América Latina e acreditava apaixonadamente na necessidade do apoio cubano aos movimentos guerrilheiros da região e também da África.
Da revolução em Cuba até sua morte, empreendeu três mal-sucedidas expedições guerrilheiras.
A primeira na Argentina, em 1964, quando seu grupo foi descoberto e a maioria morta ou capturada.
A segunda, um ano depois de fugir da Argentina, no antigo Congo Belga, mais tarde Zaire e atualmente República Democrática do Congo.
E por fim na Bolívia, onde acabaria executado. Sem a barba e a boina tradicionais, disfarçado de economista uruguaio, Che Guevara entrou na Bolívia em novembro de 1966. A ele se juntaram 50 guerrilheiros cubanos, bolivianos, argentinos e peruanos, numa base num deserto do Sudeste do país. O seu plano era treinar guerrilheiros de vários países para começar uma revolução continental.
Guevara foi capturado em 8 de outubro de 1967. Passou a noite numa escola de La Higuera, a 50 quilômetros de Vallegrande, e, no dia seguinte, 9, por ordem do presidente da Bolívia, general René Barrientos, foi executado com nove tiros numa escola na aldeia de La Higuera, no centro-sul da Bolívia, no dia seguinte à sua captura pelos rangers do Exército boliviano.
A sua morte, no dia 9 de outubro de 1967, aos 39 anos, interrompeu o sonho de estender a Revolução Cubana à América Latina, mas não impediu que seus ideais continuassem a gozar de popularidade entre as esquerdas.
Embora seus ideais sejam românticos aos olhos de um mundo globalizado, ele transformou-se num ícone na história das revoluções do século XX e num exemplo de coerência política. A sua morte determinou o nascimento de um mito, símbolo da resistência até à morte em nome de um ideal.

Mais Cherne


Não sei qual foi o braço que retirou o vídeo "Olha quem ele é ... " do You Tube mas o pessoal da blogosfera já ultrapassou o problema e, por pirraça, ele aí está de novo. Graças ao vídeos.sapo.pt é só "clicar" aqui para o voltar a ver ... quanto tempo se aguentará desta vez?

OLÁ OC- 8 de Outubro (2)

Hoje é caso para se dizer "valha-nos Sta. Brígida".

Ouro e gás

No suplemento de economia do último Expresso ressaltam dois artigos que merecem uma reflexão. Um diz respeito à nova corrida ao ouro, o que acontece sempre que os investidores perdem confiança nas divisas. Por coincidência, uma entrevista com o professor Jacinto Nunes, que foi ministro das Finanças, governador do Banco de Portugal e presidente da C.G.D., fala do tabu da venda de ouro, antes e depois do 25 de Abril. Ficamos a saber que a tão propalada história do ouro desbaratado pelos governos pós-25A não passa de uma treta tão ao gosto dos saudositas e neo-saudosistas da União Nacional. Um outro artigo trata das más companhias em que andamos, no que respeita à dependência de produtos petrolíferos. É que se dantes dependíamos de países "instáveis", agora metemos a Gazprom do senhor Putin na estrutura accionista da Galp e fizemos um acordo com a Petroleos da Venezuela, do senhor Chávez, para fornecer 30% das nossas necessidades de petróleo. Do ponto de vista dos negócios e das finanças é capaz de ser óptimo. E do ponto de vista da nossa segurança? Onde está a estratégia de Defesa?

OLÁ OC - 8 de Outubro

Movimento de Unidade Democrática (MUD)

Movimento político de oposição ao regime fascista em Portugal nascido a 8 de Outubro de 1945, em Lisboa, no Centro Republicano Almirante Reis.
Formou-se numa fase de crescente isolamento internacional do Estado Novo, na sequência das vitórias aliadas na Segunda Guerra Mundial, lideradas por países com governos democráticos.
Os Estados Unidos e a Grã-Bretanha, principais triunfadores sobre as ditaduras de direita, forçaram então Salazar, a uma "abertura política".
Esta situação animou os sectores oposicionistas, insuflados ainda mais pela dissolução da Assembleia Nacional e pelas mudanças na lei eleitoral. Para se reforçar a oposição ao regime, era necessário, todavia, que ela se tivesse de unir e encontrar um programa político válido que pudesse desencadear um apoio nacional crescente.
De facto, a oposição encontrava-se fragmentada e tendencialmente radicalizada, modos de actuação entendidos por muitos como inviáveis para uma luta eficaz contra o poder de Salazar. Existia já o MUNAF (Movimento de Unidade Nacional Antifascista), organização surgida clandestinamente em 1943, e o Partido Comunista Português (PCP), verdadeiramente a única força política organizada e com actuação concreta, liderado por Álvaro Cunhal.
No entanto, alguns oposicionistas, sem recorrerem ao MUNAF ou ao PCP, solicitaram ao governo a autorização para realizar uma reunião política para estudar a possibilidade de participar num acto eleitoral.
Tal reunião foi autorizada e veio a ocorrer precisamente em 8 de Outubro de 1945, conclave oposicionista que esteve na origem do MUD. Todavia, volvidos três anos foi dissolvido pelo regime.
No entanto, enquanto existiu, o MUD não deixou de perturbar seriamente o regime de Salazar e de empolgar as multidões.
Pugnando por uma oposição legalizada e activa junto da opinião pública, o movimento pretendia proporcionar um debate público em torno da questão eleitoral, base de apoio para uma luta pela deposição do regime sem recurso à clandestinidade ou ao terrorismo.
Neste contexto organizativo surge a primeira comissão central (à frente de uma estrutura nacional e concelhia, com funções e quadros de actuação definidos), onde pontificavam nomes como José Magalhães Godinho, Gustavo Soromenho, Teófilo Carvalho dos Santos, Manuel Mendes, entre outros. Os objectivos prioritários da luta do MUD eram então a luta pelo direito à "liberdade de reunião, de associação e de imprensa" e a seriedade nas eleições, pelo que se propõe um novo recenseamento eleitoral e uma participação fiscalizadora da oposição, para além do adiamento do escrutínio, de forma a poder aplicar-se aquelas duas estratégias.
Todavia, as pretensões do MUD foram rejeitadas pelo governo logo a 10 de Outubro de 1945, o mesmo fazendo o Presidente da República, Óscar Carmona, a 17 desse mês, numa reunião com dirigentes do MUD. Apesar destes contratempos com o regime, o MUD angariava grande simpatia popular, com comícios e reuniões públicas com enorme adesão, criando-se gradualmente um "estado de ebulição" no País, apoiado pela crítica de inúmeras personalidades nacionais em jornais como a República, o Primeiro de Janeiro ou o Diário de Lisboa ou o Rádio Clube Português.
Este crescente apoio popular insuflou no MUD a convicção de que poderia bater-se a nível eleitoral pelo poder, apresentando-se por isso, a 26 de Outubro, um recurso ao Supremo Tribunal Administrativo para se impugnar a data das eleições legislativas. O MUD tinha já em seu poder uma lista de dezenas de milhar de assinaturas, o que garantia o suporte popular e legal para ir a votos. Mas o governo, inquieto e temendo um impacto ainda maior do MUD no País, instaura um inquérito acerca da elaboração das listas e suspende, a 27 de Outubro, qualquer reunião ou comício do MUD.
A questão das listas acabaria mesmo por levar à prisão algumas figuras do MUD, como Mário Cal Brandão e Ruy Luís Gomes. A oposição pela legalidade era cada vez mais difícil e vulnerável, clamando-se em alguns sectores pela radicalização. Porém, acabou por se adoptar uma estratégia de "paciência" e contenção, ainda que se tenha admitido no seio do MUD alguns elementos do PCP e do MUNAF.
A desistência das eleições foi outra das formas de luta aventadas, com os célebres cartazes ostentando uma figura de mãos agrilhoadas clamando "Sem Eleições Livres, Não votes".
Em Novembro de 1945, nova comissão central surgia, desta feita com algumas caras novas como Bento de Jesus Caraça ou Alves Redol. O regime salazarista enveredou então pela sua reorganização a nível nacional, criando-se condições políticas e sociais para se atacar e enfraquecer o MUD, com o objectivo de o ilegalizar. Este movimento não só se mantém como também se expandirá em termos de acção, revitalizando-se com a criação do MUD Juvenil (ou MUDJ), organismo do qual faziam parte figuras como Mário Soares, Octávio Pato, Salgado Zenha, Júlio Pomar, Rui Grácio (todos do PCP) e muitos outros. Esta "juventude" do MUD era a herança política do MAUD (Movimento Académico de Unidade Democrática), que aderira ao MUD na criação deste. O PCP detinha cada vez mais influência e poder de acção no MUD, forçando mesmo a criação de uma nova comissão central em Julho de 1946, amplamente dominada pelos comunistas.
Algumas figuras do MUDJ passam a integrá-la, como foi o caso de Mário Soares. O MUD passou nessa altura a endurecer as críticas ao regime, organizando a sua acção política e aproveitando muito bem todos os ensejos e oportunidades para o fazer. Um desses momentos, que se tornou fulcral, foi a recusa da admissão de Portugal na ONU em Agosto de 1946, devido ao veto da URSS, que recusava a adesão de regimes fascistas à organização. Esta situação embaraçou e humilhou internacionalmente o regime salazarista. O MUD logo aproveitou para, através de reuniões, debates, comícios e artigos de imprensa criticar o regime, principalmente a forma como conduziu o processo político e diplomático de adesão à ONU, sem o dar a conhecer ao País. Na sequência destas duras críticas, o regime empreende o processo de ilegalização do MUD, que acusa de "traição à pátria" e clandestinidade, para além de mandar prender e julgar alguns dos seus elementos directivos. Bento de Jesus Caraça foi uma da vítimas deste contra-ataque do regime. A 10 de Novembro de 1946 a União Nacional (partido de Salazar) realiza a sua Primeira Conferência partidária. Vinte dias depois, o MUD responde apresentando uma série de medidas de combate ao regime salazarista e em prol da democratização do Estado.
O grande tema desse pacote de propostas era a elaboração e aplicação de uma nova lei eleitoral, mais justa e abrangente. Pediam-se, insistentemente, eleições "livres". O general Norton de Matos era na época o "rosto" do MUD, que exigia também um novo recenseamento e calendarização eleitorais. O governo de Salazar passou então a endurecer as suas acções contra o teimosamente resistente MUD. A primavera de 1947 passou a ser uma época de amargas recordações para muitos dos elementos do MUD, pois a polícia política do Estado Novo prendeu vários activistas do MUDJ, procedendo também a julgamentos dos seus dirigentes. Em Janeiro do ano seguinte o pior acontecia para o MUD: a sua ilegalização efectiva, sob o pretexto governamental de que os seus dirigentes tinham fortes ligações com o clandestino PCP. Toda a comissão distrital e os dirigentes da secção de Lisboa do MUD são encarcerados. Somente o MUDJ escapa a esta iniciativa neutralizadora do governo.
O MUD desaparecia, embora muitos dos seus membros se tenham integrado, à imagem dos sobreviventes do extinto MUNAF, na comissão de apoio à candidatura do general Norton de Matos à Presidência da República, apresentada em Abril de 1948. O Estado Novo reconsolidava a sua base de apoio popular, reestrutrando-se em termos programáticos e organizativos de molde a fazer frente ao perigoso MUD, que apesar de ter sido tolerado na legalidade por Salazar, acabou por criar "rombos" políticos na muralha ideológica do regime e inquietar as populações, revitalizando o tema das eleições e activando a luta oposicionista, encarada antes de 1945 como algo que apenas se poderia fazer na clandestinidade.

O Cherne

Quem quiser ir ver (ou rever) o vídeo colocado neste blogue no passado dia 3 de Outubro pode tirar o cavalinho da chuva pois o You Tube, pura e simplesmente, desactivou-o. Como é longo o braço da Comichão Europeia.

domingo, 7 de outubro de 2007

Armando Pascoal


Um grande abraço de parabéns pelo teu aniversário, com votos de repetição por muitos e muitos outros.
Se alguém tiver a possibilidade de te fazer chegar esta notícia, que faça esse favor.
Teremos todo o gosto em que retomes o nosso convívio.

sábado, 6 de outubro de 2007

COISAS BOAS

Imperdível a exposição de Paula Rego no museu reina Sofia (parte nova) . Uma coisa de sonho.

Sobretudo o que me espantou foram os desenhos e os esboços para as grandes telas.

Também me espantou ver um fabuloso tríptico , pertença da Tate e que foi ajudado a adquirir por ..... a Gulbenkian.


Imperdível. Vale a pena cá vir.....

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Praça do Município

Acompanhei pela televisão a cerimónia que decorreu esta manhã, em frente à Camara Municipal de Lisboa, comemorando a efeméride do dia de hoje. Para além do discurso do Senhor Presidente da Républica, com um tema muito a propósito para os dias que hoje vivemos e muito bem construido, não pude deixar de reter o seguinte:
1- embora o tema da intervenção do PR fosse sobre a educação (e que certamente não era desconhecido no meio político) os Senhores Ministros da Educação e do Ensino Superior tiveram mais que fazer e não apareceram. Se isto acontecesse 2 anos atrás, seria uma "trapalhada".
2- o Senhor 1º Ministro chegou atrasado à cerimónia. Se isto fosse com o 1º Ministro anterior teria sido uma "trapalhada".
3- embora a reportagem da Televisão evitasse mostrar a bancada da assistência, parecia que estavam mais individualidades na tribuna do que povo a assistir. Pelos vistos as festas dos Santos Populares dizem mais a este povo lisboetas do que comemorações republicanas!. Será por ser inculto? Ou será porque nada significa?
A vida está difícil, não haja dúvida!

SALUT

De Madrid vos saúdeo, Camaradas e oceanos , depois de uma viagem inacreditável na nossa(será?) TAP.

1-Comprei bilhete TAP e voei na Portugália

2- O embarque era ás 1520 para sair pelas 1600. Eram 1610 ainda ninguém tinha aparecido na porta 3 e nos ecrans nada dizia...

3-cerca das 1640 lá se embarcou. Ficamos 12 minutos no autocarro junto á porta. Seguimos para o aviao(Fokker) e ficamos , ainda dentro do bus e sob um sol escaldante , cerca de 15 minutos.

4- Com tudo sentado no aviao , eram 1720 , informa o comandante que só sairiamos ás 1800.

5-Resumindo. ATD casa Lisboa 1400 TMG ATA casa Madrid 2015 TMG

6- Conclusão......Nem tiro

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

OLÁ OC


Dado que o nosso inestimável e indispensável Jota resolveu meter férias do Bom Dia OC, ficámos todos um bocado descalços... Assim cabe-nos a nós todos dar um input e tentar preencher o vácuo deixado pelo desertor. (VOLTA,JOTA;ESTÁS PERDOADO...)
Assim proponho que todos ou alguns de nós editemos uma espécie de bons dias ao OC, em molde provisório faça, e vamos ver o que dá.

Para já proponho que a rubrica se chame OLÁ OC.
E como hoje é 4 de Outubro aí vai uma sentida homenagem de um Republicano a um oficial de Marinha:
Almirante Carlos Cândido dos Reis

Nasceu em 1852 e morreu em 1910, na Travessa das Freiras, em Arroios, Lisboa.
Teve uma carreira militar na Armada chegando ao posto de vice-almirante. Nunca ocultou as suas convicções republicanas, participando inclusive em manifestações públicas. Foi, por isso, um dos líderes republicanos com maior evidência na propaganda contra a Monarquia e contra os abusos do clero.
Se o movimento revolucionário, a 28 de Janeiro de 1908, não tivesse falhado, Cândido dos Reis teria chefiado o movimento. Depois deste fracasso, empenhou-se cada vez mais na sua actividade contra a Monarquia. Juntamente com João Chagas, marcou uma revolução para 20 ou 21 de Agosto de 1910. Devido a uma denúncia tiveram que adiar essa revolução. Todavia, a 28 de Agosto de 1910, o Partido Republicano conheceu um importante triunfo: são eleitos dez deputados entre os quais se encontra Cândido dos Reis.
Perante esta situação, abre-se caminho para a revolução republicana, que ficaria agendada para a madrugada de 4 de Outubro. A morte do Professor Miguel Bombarda, na tarde do dia 3, membro do comité civil e amigo do vice-almirante, fez recear a revolução, mas Cândido dos Reis avançou contra todas as hesitações.Os oficiais da Armada juntaram-se então no local e na hora combinados. Sob a chefia de Cândido dos Reis foi suposto dirigirem-se aos navios e fazerem desembarcar as guarnições disponíveis, com o fim de travarem o combate final contra a Monarquia. Contudo surgiram algumas contrariedades, pois a revolução em terra falhara, os sinais combinados encontravam-se todos trocados e travava-se uma batalha sangrenta. Para evitar uma chacina ainda maior, Cândido dos Reis libertou os seus companheiros de qualquer actividade e desmobilizou-os. Dando a revolução como falhada Cândido dos Reis foi para casa da sua irmã, na Rua de D. Estefânia. Pouco depois das cinco horas da manhã, quando já não se ouvia o troar da artilharia, saiu de casa. Às 6 horas da manhã era encontrado morto na Travessa das Freiras.
A sua morte levantou desde logo dúvidas, ignorando-se se foi suicídio ou assassínio.
Após tentativas frustradas de revolução e de algumas décadas de propaganda contra o regime monárquico, o regime republicano foi instaurado em Portugal, a 5 de Outubro de 1910, por meio de uma revolução armada organizada por conspiradores militares e civis, congregados em torno do Partido Republicano e de duas organizações secretas de cariz social diferente (a Maçonaria e a Carbonária).
Os dirigentes revolucionários tinham previsto que a revolução triunfaria facilmente em Lisboa e seria depois proclamada no resto do País por telégrafo. Assim veio efectivamente a acontecer, dado que os combates, de dimensão relativamente reduzida, se circunscreveram unicamente a Lisboa (Rotunda).
A República instituiu um regime de igualdade política, nomeadamente no campo das liberdades de associação e expressão e dos direitos eleitorais, mas não realizou a igualdade social, nunca conseguindo encontrar meios para eliminar as precárias condições de vida da grande massa da população, extremamente pobre e com elevado nível de analfabetismo.

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

O HOSPITAL DA MARINHA É NOSSO?

Não me consegui calar , pessoal.

Não vos estou a criticar pelo vosso silêncio.

Só estou a dizer que resolvi não me calar , dentro da hierarquia , pois não gostaria de o fazer fora.

Assim , além da carta ao CEMA , falei a outro importantíssimo membro das nossas (para mim ainda são) Chefias , que ficou siderado e nem queria acreditar.

Fiquei magoado , melindrado , ofendido e achincalhado.

E resolvi acordar.....
"MPM versus Serviço de Estomatologia do HM" enquanto isto é mole.