sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Perguntar não ofende
Ensino especializado de música
Manuel Alegre: Medida anunciada vai empobrecer o país
[20.02.2008]
“Eliminar a possibilidade de o ensino público especializado da música continuar a gerar talentos e revelar vocações é uma decisão grave” afirmou hoje o deputado Manuel Alegre, em pergunta dirigida ao Ministério da Educação. Alegre considera que esta medida anunciada “irá atirar para o ensino privado todos os alunos que não puderem ou não quiserem optar, desde muito cedo, por uma dedicação exclusiva à música, com custos muito superiores para as famílias.”
O deputado socialista considera que “é louvável a intenção de levar o ensino da música a todas as escolas desde o 1º ciclo”, mas que “não é realista” substituir o ensino especializado actualmente existente, nem é “razoável proibir as actuais escolas públicas de música de prosseguirem com uma prática que se tem revelado positiva e que é frequente noutros países europeus.”
Manuel Alegre contesta o argumento invocado pelo governo relativo ao elevado insucesso escolar no ensino supletivo ou articulado nas escolas públicas de música. Para o deputado socialista “o argumento é mistificador”, pois “o ministério esquece que estes alunos já obtiveram ou vão obter os seus diplomas nas escolas que frequentam em paralelo”.
“A música, diz ainda Manuel Alegre, é uma arte e uma forma de conhecimento a que todos podem e devem aceder, mas que só alguns serão capazes de exercer.” A medida anunciada pelo governo “terá como efeito perverso diminuir o papel dinamizador e gerador de talentos das escolas públicas de música, levando à privatização de um recurso que até agora tem sido assegurado pelo ensino público”. Em última análise, conclui, “será o país que sairá empobrecido.”
Por todas estas razões Alegre quer que o Ministério da Educação responda às seguintes questões:
“1. Por que razão se pretende extinguir o ensino especializado da música, fornecido em regime supletivo ou articulado nas escolas públicas de música? Por que se quer obrigar os alunos e suas famílias a optar pelo ensino privado ou, em alternativa, a ter de escolher a carreira musical numa idade em que as opções ainda devem estar em aberto?
2. Quantas escolas do 1º ciclo estão em condições de oferecer desde já ensino da música em actividades de enriquecimento curricular? Qual vai ser o currículo e a carga horária semanal? Haverá ensino individual de instrumento em todas essas escolas? Dispõem essas escolas de professores e de instrumentos em quantidade e qualidade suficiente para garantir a cobertura nacional dessa reforma?
3. Em que razões pedagógicas pertinentes se funda a vontade de proibir que as escolas superiores de música possam continuar a ministrar ensino especializado em regime de iniciação, em regime supletivo ou em regime articulado? Pode o governo invocar algum país europeu que tenha seguido essa opção e quais os seus resultados?”
A pergunta escrita de Manuel Alegre deu entrada na mesa da Assembleia da República esta manhã, nos termos regimentais e deverá ser agora respondida pelo governo. Recorde-se que este tema foi alvo de uma petição subscrita por milhares de alunos, pais, professores e músicos, entregue na AR na passada sexta-feira.
Onda do
Jorge Lourenço Goncalves
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16:37 –
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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Aí, valentes!!!
Lido num matutino de hoje:
Onda do
LSN
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11:28 –
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domingo, 17 de fevereiro de 2008
Curso Afonso Cerqueira
Em visita ao blogue do CR dei conta que temos mais um parceiro nestas lides, julgo que desde Janeiro deste ano. Daqui desejo muitas felicidades para o blogue do Curso Afonso Cerqueira que pode ser visitado neste endereço http://afonsocerqueira69.blogspot.com/ . Que seja bem-vindo à blogosfera!!!PS: Já tem uma ligação permanente em "Mais Mares".
Onda do
LSN
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23:32 –
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sábado, 16 de fevereiro de 2008
Apertem o nariz!!!
Já tinha dado pela sentença dos magistrados, mas agora vem bem escarrapachado na crónica de Fernando Madrinha, no último Expresso:
Onda do
LSN
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14:09 –
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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
S. VALENTIM ???
Seja como for, desejo que se mantenham apaixonados por quem acharem melhor, pois é o Amor que faz mantermo-nos vivos e com esperança no futuro.
Onda do
Bastos Moreira
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12:57 –
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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

A Assembleia da República, sempre preocupada com os grandes problemas nacionais, discutiu hoje sobre a autoria do edíficio representado na figura junta. Tal autoria acabou por ser assumida pelo Primeiro Ministro que, rematando a sua intervenção, prometeu que, a curto prazo, todo o país assim estará. Bem haja!
Onda do
Fernão
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19:36 –
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terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
La Republique
Onda do
J.N.Barbosa
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19:50 –
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Almoço OC (12Fev08)
Onda do
LSN
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17:25 –
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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
CUIDE-SE EXCELÊNCIA
Cuide-se , D. Januário , porque dizem para aí que a "criatura" , como já não há mais nada para fazer na defesa nacional , e como é preciso imitar os Sr. Amado lixando os militares , e já há pouco para lixar, vai criar "capelanias" democratas e universais , i.e. , ismaelitas , judaicas , mussulmanas , ortodoxas , hindus , indias , budistas , protestantes , e as que o Bloco de Esquerda mais determinar.
Onda do
Manel
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01:01 –
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OUTONO
A "criatura" , depois de mostrar o seu poder ao proibir os militares de entrarem , como figurantes em simbolismo , nas comemorações do regicidio e na memoria de um grande Chefe de Estado , apesar de o Chefe de Estado actual e , curiosamente , Comandante Supremo das Forças Armadas ter comparecido nas cerimónias , o que não deixa de ser caricato , pois a "criatura" como dizia , voltou a "pensar" e , como já pouco resta para lixar os militares , para além de vender substancial parte do património secular militar resolveu juntar os estabelecimentos de saúde (cada um dá um grande condomínio) e , imitando o Sr. Amado , vai pregar mais uma facada na familia militar , nomeadamente onde mais lhe doi, na saúde.
Onda do
Manel
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00:41 –
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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
É preciso mudar
O anunciado hospital militar único ficará na dependência do CEMGFA, enquanto que um conselho de saúde militar dependerá do ministro. O Instituto Superior de Estudos Militares regressa à tutela dos chefes militares, mas não diz qual. Está visto que o CEMGFA vai ter competências administrativas no futuro, ao contrário do que agora acontece, em que só tem comando operacional, apesar de 99% dos assuntos tratados por ele e pelo Conselho de Chefes ser de ordem administrativa.
Uma novidade há muito esperada pela classe política e certa imprensa é a criação do Comando Operacional Conjunto, uma perfeita inutilidade que só servirá para criar entropia no sistema. Mas como estava na moda e existe noutros países, nós temos que ter. O que acontece é que nos países onde existe, este comando encarrega-se exclusivamente das forças e contingentes a operar no exterior do país. Países como a Inglaterra ou a França têm 20 ou 30 operações a decorrer nas mais variadas partes do mundo, enquanto que Portugal tem, em geral, três ou quatro de pequena dimensão. Quase quinze anos de com forças nacionais destacadas no exterior sem problemas que não se resolvessem, demonstram que a solução portuguesa era a adequada. Mas como já não há mais nada para mudar na área da Defesa e a palavra conjunto está na moda e tem uma auréola de cifrões, perdão, símbolos do euro, vá de criar mais um orgãozinho de comando para ficar à la page.
Onda do
J.N.Barbosa
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19:26 –
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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
OS "NOSSOS CHEFES"
Muito gostava de saber o que disseram os Chefes Militares (ainda vou escrevendo com letra grande) quando o ministro(?) se meteu no programa das comemorações do regicídio e desconsiderou-os , com um despacho contraditorio ás ordens que tinham sido emitidas.
Onda do
Manel
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22:25 –
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IRS
Onda do
J.N.Barbosa
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19:39 –
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