segunda-feira, 29 de setembro de 2008
domingo, 28 de setembro de 2008
COISAS BOAS
Onda do
Manel
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22:13 –
tem 1 comentário
Etiquetas: foto Southern Cross University
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Sarah Palin
Esta senhora pode ser a próxima vice-presidente dos EUA (logo, também pode vir a ser presidente). Não há problemas pois já foi exorcizada ... para ver a cerimónia podem ir aqui. Olha se a moda pega por cá?
Onda do
LSN
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13:56 –
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A Justica em Portugal
Com a devida vénia ao Jaime Gago Lopes que mo enviou, reproduzo um artigo da Clara Ferreira Alves, no Expresso com o qual me identifico totalmente.
A justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca
Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito
maior do que o seu défice financeiro, e nenhum português se preocupa com
isso apesar de pagar os custos da morosidade, do secretismo, do
encobrimento, do compadrio e da corrupção. Os portugueses, na sua infinita
e pacata desordem existencial, acham tudo 'normal' e encolhem os ombros.
Por uma vez gostava que em Portugal alguma coisa tivesse um fim, ponto
final, assunto arrumado. Não se fala mais nisso. Vivemos no país mais
inconclusivo do mundo, em permanente agitação sobre tudo e sem concluir
nada.
Desde os Templários e as obras de Santa Engrácia, que se sabe que, nada
acaba em Portugal, nada é levado às últimas consequências, nada é
definitivo e tudo é improvisado, temporário, desenrascado.
Da morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia, foi
crime, não foi crime, ao desaparecimento de Madeleine McCann ou ao caso
Casa Pia, sabemos de antemão que nunca saberemos o fim destas histórias, nem o
que verdadeiramente se passou nem quem são os criminosos ou quantos crimes
houve.
Tudo a que temos direito são informações caídas a conta-gotas, pedaços de
enigma, peças do quebra-cabeças. E habituámo-nos a prescindir de apurar a
verdade porque intimamente achamos que não saber o final da história é
uma coisa normal em Portugal e que este é um país onde as coisas
importantes são 'abafadas', como se vivêssemos ainda em ditadura.
E os novos códigos Penal e de Processo Penal em nada vão mudar este
estado de coisas. Apesar dos jornais e das televisões, dos blogs, dos
computadores e da Internet, apesar de termos acesso em tempo real ao
maior número de notícias de sempre, continuamos sem saber nada, e esperando
nunca vir a saber com toda a naturalidade.
Do caso Portucale à Operação Furacão, da compra dos submarinos às escutas
ao primeiro-ministro, do caso da Universidade Independente ao caso da
Universidade Moderna, do Futebol Clube do Porto ao Sport Lisboa Benfica,
da corrupção dos árbitros à corrupção dos autarcas, de Fátima Felgueiras a
Isaltino Morais, da Braga parques ao grande empresário Bibi, das queixas
tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho, há por aí alguém que
acredite que algum destes secretos arquivos e seus possíveis e alegados,
muitos alegados crimes, acabem por ser investigados, julgados e devidamente
punidos?
Vale e Azevedo pagou por todos.
Quem se lembra dos doentes infectados por acidente e negligência de
Leonor Beleza com o vírus da sida?
Quem se lembra do miúdo electrocutado no semáforo e do outro afogado num
parque aquático?
Quem se lembra das crianças assassinadas na Madeira e do mistério dos
crimes imputados ao padre Frederico?
Quem se lembra que um dos raros condenados em Portugal, o mesmo padre
Frederico, acabou a passear no Calçadão de Copacabana?
Quem se lembra do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça
foi roubada do Instituto de Medicina Legal?
Em todos estes casos, e muitos outros, menos falados e tão sombrios e
enrodilhados como estes, a verdade a que tivemos direito foi nenhuma.
No caso McCann, cujos desenvolvimentos vão do escabroso ao incrível,
alguém acredita que se venha a descobrir o corpo da criança ou a condenar
alguém?
As últimas notícias dizem que Gerry McCann não seria pai biológico da
criança, contribuindo para a confusão desta investigação em que a Polícia
espalha rumores e indícios que não têm substância.
E a miúda desaparecida em Figueira? O que lhe aconteceu? E todas as
crianças desaparecida antes delas, quem as procurou?
E o processo do Parque, onde tantos clientes buscavam prostitutos, alguns
menores, onde tanta gente 'importante' estava envolvida, o que aconteceu?
Arranjou-se um bode expiatório, foi o que aconteceu.
E as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo? Aquelas em que ela
reconheceu imensa gente 'importante', jogadores de futebol, milionários,
políticos, onde estão? Foram destruídas? Quem as destruiu e porquê?
E os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran mais os negócios escuros
do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, onde é que isso pára? O
mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por
causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha.
E aquele médico do Hospital de Santa Maria, suspeito de ter assassinado
doentes por negligência? Exerce medicina?
E os que sobram e todos os dias vão praticando os seus crimes de
colarinho branco sabendo que a justiça portuguesa não é apenas cega, é
surda, muda, coxa e marreca.
Passado o prazo da intriga e do sensacionalismo, todos estes casos são
arquivados nas gavetas das nossas consciências e condenados ao
esquecimento.
Ninguém quer saber a verdade. Ou, pelo menos, tentar saber a verdade.
Nunca saberemos a verdade sobre o caso Casa Pia, nem saberemos quem eram
as redes e os 'senhores importantes' que abusaram, abusam e abusarão de
crianças em Portugal, sejam rapazes ou raparigas, visto que os abusos
sobre meninas ficaram sempre na sombra.
Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças , de
protecções e lavagens , de corporações e famílias , de eminências e
reputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade.
Este é o maior fracasso da democracia portuguesa
Onda do
FdaPonte
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00:02 –
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quarta-feira, 24 de setembro de 2008
A Mama em obras
Onda do
J.N.Barbosa
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17:13 –
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terça-feira, 23 de setembro de 2008
sábado, 20 de setembro de 2008
A Miséria da Ganância
Peço vénia à autora e ao editor do periódico gratuito "Sexta" , de 19 de Setembro, para reproduzir este artigo de Joana Amaral Dias, sobre a crise do capitalismo.
E agora?
Tenham um bom fim de semana!
Onda do
Jorge Beirão Reis
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00:40 –
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sexta-feira, 19 de setembro de 2008
O uso da força militar
Na reunião de ministros da Defesa da NATO que teve lugar esta semana em Inglaterra, o Secretário da Defesa norte americano explanou o seu conceito sobre o emprego da força militar na actual conjuntura internacional, face à Rússia. Resume-se em governar com leme a meio e evitar as situações de 1914 e de 1938. Pode ler aqui.
Onda do
J.N.Barbosa
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16:00 –
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Bem no ar, mal no mar.
Onda do
J.N.Barbosa
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16:00 –
tem 3
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GUARDEM ESTA JOIA
Onda do
Manel
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00:51 –
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quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Porque Não Desce o Preço da Gasolina ?
"Se nos últimos três meses a cotação do petróleo desceu quase 40%, por que é que o preço de venda da gasolina em Portugal caiu quase dez vezes menos?" A Galp pode achar que a pergunta é impertinência de ignorantes e a Autoridade da Concorrência entender que no pasa nada, mas devem ser os únicos à face da Terra a pensá-lo.
A Galp pode achar que a pergunta é impertinência de ignorantes e a Autoridade da Concorrência entender que no pasa nada, mas devem ser os únicos à face da Terra a pensá-lo. Menos certezas tem o comissário Europeu da Energia: falando especificamente de Portugal, Andris Piebags diz que a Autoridade da Concorrência "tem de acompanhar melhor o mercado dos combustíveis", para "confirmar permanentemente que não há práticas de cartelização entre as gasolineiras".
A questão do preço dos combustíveis está a tornar-se uma conversa de surdos. Ainda ontem, a Galp disse que não tem poder para definir preços de combustíveis, o que dá vontade de rir. Logo depois, o ministro da Economia pediu que as descidas sejam mais rápidas, o que dá vontade de sorrir. A associação das petrolíferas diz que não haverá descidas em breve, o que perante a queda do petróleo dá vontade de ruir. E os revendedores querem voltar a bater à porta da Concorrência, o que dá para pouco admitir, pois esta já validou todos os argumentos das gasolineiras, atribuindo a evolução dos preços a impostos e à conjuntura internacional. Foi a 3 de Junho que a Autoridade da Concorrência assim disse. O que se passou desde então? Muito.
Há factores que atenuam os efeitos aritméticos simplificados no primeiro parágrafo. A descida do petróleo em euros foi menor do que em dólares. E há uma componente fixa de imposto que dilui a descida do preço antes de impostos. Finalmente: a Galp diz que interessam mais as cotações internacionais das gasolinas do que o preço do petróleo.
Seja qual for a forma como se calcula, a descida dos preços na bomba é sempre mínima. De 4 de Junho para cá, em euros, o petróleo caiu 31%; as cotações internacionais do gasóleo e da gasolina desceram 23% e 13%, respectivamente; o preço médio na bomba em Portugal diminuiu 8% no gasóleo e 4% nas gasolinas, o que antes de impostos significa menos 16% e 8%.
Pode ser um balde de água fria mas estas contas nivelam a discussão: os preços dos combustíveis descem menos, mas não dez vezes menos. O primeiro parágrafo pode ser refeito:
"Se nos últimos três meses a cotação internacional do gasóleo desceu quase 23% em euros, por que é que o preço de venda da gasolina antes de impostos em Portugal caiu quase 30% menos?"
As gasolineiras merecem estar debaixo de crivo atento e diário, o que, aliás, este jornal tem feito amiúde. E, como aqui já se contestou, o relatório da Autoridade da Concorrência legitima, sem espírito crítico, tudo o que a Galp alguma vez ousou pensar. Mas, para avaliar a empresa, há dois tipos de julgamento: o do tribunal popular, onde se lê o primeiro parágrafo deste texto; ou o tribunal informado, onde se invoca o último parágrafo. A escolha sobre qual a sala de audiências em que prefere estar é inteiramente sua.
Onda do
Jorge Beirão Reis
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08:49 –
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quarta-feira, 17 de setembro de 2008
A arte de construir fortunas
Onda do
J.N.Barbosa
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19:15 –
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terça-feira, 16 de setembro de 2008
Militares na rua em Encontro Nacional
Onda do
Jorge Beirão Reis
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08:09 –
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sábado, 13 de setembro de 2008
THE SPECIAL ONE
O NRP Cacine, o mais antigo navio-patrulha da Armada Portuguesa ainda em actividade(1969), chega hoje aos mares da Madeira.O navio, que saiu na passada segunda-feira da Base Naval de Lisboa, é um dos quatro ainda em actividade e vem render o NRP Zaire, que desde Janeiro tem feito a sua missão nos mares da nossa Zona Económica Exclusiva e que, ao que tudo indica, deverá voltar à Região dentro de três meses. É que, registe-se, a cada vez mais reduzida quantidade de navios com aquelas capacidades na Armada Portuguesa e presentemente só existem no activo o “Cacine”, o “Zaire”, o “Save” e o “Cuanza” dos dez iniciais. As características das missões atribuídas aos navios aqui destacados — a fiscalização das embarcações de pesca e de recreio, o apoio ao parque Natural da Madeira e, não menos importante, as missões de busca e salvamento — não permitem, a estes últimos dois, continuar a cumprir as suas missões em segurança, estando agora confinados à Base Naval de Lisboa a às Zonas Maritimas do Norte e do Sul.Além disso, o navio balizador “Schultz Xavier”, que nos últimos anos tem feito missões na Região, está inoperacional neste momento e espera-se que saia dos estaleiros onde está a ser alvo de uma grande reparação, já a tempo de cumprir a missão de três meses que se inicia no final de Outubro. Torna-se, por isso, cada vez mais imperativo que os Navios Patrulhas Oceânicos saiam dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, para que possam, como prometido, reforçar a ZEE da Madeira, até porque, com a operacionalidade da flotilha a continuar assim, será difícil, dentro de pouco tempo, à Marinha, conseguir garantir a soberania nacional nas águas territoriais portuguesas. O NRP cacine´`e comandado pelo 1º ten. Pedro San Emetério Rodrigues
Onda do
Manel
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21:05 –
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