sábado, 8 de setembro de 2012

O FUNERAL


Esta coisa de "Guimarães capital da cultura" afinal é da responsabilidade da GNR.
Não é que, há tempos, me quizeram convencer que o responsável era um antigo Presidente da República? Não se pode mesmo acreditar na Internet!

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

A visita à Escola de Fuzileiros

Recolhe a unanimidade de todos nós que a visita à Escola de Fuzileiros foi um sucesso, ultrapassando em muito o que poderíamos esperar. Gostaria desde já endereçar a gratidão ao Ferreira da Silva por nos ter proposto a ideia da visita e por ter sido o responsável pelos contactos com o Comando da Escola e que resultaram na forma excelente como fomos recebidos e organizada a mostra na qual todos aprendemos muita coisa. Permitam que saliente dois pontos: - a satisfação manifestada pelo Comando da Escola por o nosso Curso ter tido a iniciativa de os visitar no âmbito da comemoração dos 50 anos.Não sabiamos que nunca ninguem se tinha lembrado de tal. Neste contexto a sensibilizante e apropriada intervenção do Manel foi mais que oportuna. - a presença do A. Viegas foi uma surpresa deveras sentida com muito apreço e carinho. Um grande homem que mais uma vez está a demonstrar uma força de vontade que a todos dá que pensar. O nosso muito obrigado pelo exemplo e pela companhia com que nos presenteou. Não haja dúvida que o Curso OC tem qualquer coisa de diferente!

Cinquentenário OC. Escola de Fuzileiros.


Tal como já mostrado pela completa reportagem do OCeano Allen, efetuou-se hoje uma visita à Escola de Fuzileiros, visita essa englobada nas comemorações do nosso Cinquentenário. As actividades decorrentes foram muitissimo bem organizadas e os OCeanos presentes, mais de uma vintena, foram extremamente bem recebidos por todos os que prestam serviço nesta unidade. Foi um dia bem passado. Aqui fica um agradecimento, na pessoa do CMG Teixeira Moreira, Cte da EF, aos oficiais, cadetes, sargentos e praças que nos proporcionaram tão magnífico convívio. Um muito obrigado também ao CMG Rocha e Abreu que se encarregou de transmitir uma série de informações sobre o passado histórico das instalações e nos guiou magistralmente pelo interessante Museu do Fuzileiro.


No final do almoço, onde não faltou o tradicional Bacalhau à Braz, o MPM proferiu umas sentidas palavras evocando os primeiros OCeanos que, em 1965, se apresentaram em Vale de Zebro ( carregar "aqui" para ler). 
Finalmente, embora a reportagem do Allen seja completíssima, podem ver mais algumas imagens da visita na apresentação que se segue.

Visita a Escola de Fzs III



 







Visita Escola FzII












Visita à Escola de Fuzileiros I







 

Sem navios


NRP Cuanza

Marinha sem navios patrulha ... mais uma originalidade portuguesa (ver aqui )


segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Cinquenta anos!

Há cinquenta anos, neste mesmo dia 3 de Setembro, entramos na Escola Naval e vestimos pela primeira vez a farda do botão de âncora. O sonho de "ir para a Marinha" estava realizado. Deram-nos um número e um nome: Oliveira e Carmo. Lá dentro, havia outros camaradas que nos aguardavam para enfrentarmos juntos o desafio daquele exigente curso.
Durante cinquenta anos tivemos um percurso que nem sempre foi fácil, mas do qual guardamos satisfações e muito boas memórias. Alguns já nos deixaram e aqui os evoco com saudade. Aos outros deixo o meu cumprimento, com amizade e com os votos de que nos continuemos a encontrar, com alegria de viver e com saúde.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Obviamente ... Lisboa!


É verdade ... o Tejo foi promovido a Mar do Norte e outra coisas estranhas sucederam. A gravura acima representa Lisboa nos finais do séc XVI e foi publicada num Atlas denominado Civitates Orbis Terrarum de Georg Braun e Franz Hogenberg. Mais tarde, em 1672, apareceu como Nova Amsterdão ... tal malandrice foi obra do francês François Jollain.

E porque não Lisboa antiga

Bem me parecia que o mapa me era familar.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Nova Amsterdão


Alguém nota algo de muito estranho nesta gravura (1672) representando Nova Amsterdão, mais tarde batizada como Nova Iorque?
Podem ampliar um pouquinho "clicando" sobre a imagem.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Agora é assim

Há alguns dias uma pessoa dedicava-se a uma actividade ilegal no rio Tejo. Para além disso não estava acompanhado pelas necessárias condições de segurança. Algo correu mal, teve azar e morreu. É sempre lamentável. Imediatamente os familiares vieram vociferar para a televisão que a culpa da morte era da Polícia Marítima que o estava a perseguir por ele se dedicar a essa actividade ilegal. O representante da Marinha apareceu logo a seguir desculpando-se com um ar envergonhado, que não senhor, que na altura não havia fiscalização, que não se perseguia ninguem. E se estivessem a fiscalizar? Não estavam a cumprir a sua obrigação, perseguindo uma actividade ilegal? Parece-me que há aqui uma flagrante inversão de valores, de certo modo característica dos tempos que correm. Se um dia destes encontrar um ladrão a entrar pela janela de minha casa tenho de ter cuidado para não o assustar, não vá ele cair e depois a culpa é minha!
Nota: Eu escrevo como o Beirão Reis.

domingo, 19 de agosto de 2012

Hospitais mortos



Para que se aquilate o que é um hospital morto, aqui vai este, em Gdansk, na Polónia, ao qual nem o Espírito Santo parece ter valido.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Hospital da Marinha


O Decreto -Lei 187/2012 de 16 de Agosto extingue o Hospital da Marinha a partir de amanhã, dia 17 de Agosto, depois de mais de dois séculos de relevantes serviços prestados à nossa corporação.
Criado em 1797 por D. Rodrigo de Sousa Coutinho, o Hospital da Marinha é um símbolo que faz parte das nossas memórias navais desde há cinquenta anos e nele encontramos sempre um profissionalismo exemplar dos seus médicos, enfermeiros e restante pessoal. Podem agora dar-nos alternativas, eventualmente mais modernas e mais eficientes, mas nunca mais teremos o “nosso” hospital ali à beira do Tejo.
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades.

domingo, 12 de agosto de 2012

Marte ... a cores!

Para terminar esta série de "ondas" sobre Marte e a "Curiosity" aqui vai uma das primeiras fotografias  recebidas com cor, tal como apareceria se fosse usada qualquer vulgar câmara digital. Continuamos na Cratera Gale.


Convenhamos que as cores não são altamente apelativas ... então se as compararmos com uma paisagem terrestre ficam uns bons furos abaixo.