quarta-feira, 30 de julho de 2008

HÁ algo que me escapa

Não sou perito no assunto, mas há algo que me escapa.
Se esta minha duvida fôr um disparate , peço desde já desculpa.

Um cidadão , piloto amador , parte de Bragança para Coimbra, num avião monolugar , ou talvez de dois . Às tantas sente-se mal disposto e comunica o facto , pela rede atribuída de socorro.

A FAP dispara dois ,( 2 ), dois , aviões supersónicos F-16 para a reunião com a aeronave em apuros. Os pilotos vêm o outro piloto do avião civil e ligeiro , caído para um bordo , inconsciente , e com o aparelho a voar , previsivelmente , em "piloto automático".
E...vêm embora, parece que por falta de carburante.

Resultado. O avião ligeiro continua a sua caminhada em direção ao mar , felizmente não colide com nada e , provavelmente quando lhe falta o combustível cai ao mar , em sitio incerto. Só muito depois se descobrem os destroços e nada de corpo.

1-Porque mandam lebres para acompanhar tartarugas? E porquê logo 2?

2-Porque o avião , já sem controle , fica só , voando por aí , sujeito a colidir com outra aeronave?

3-Porque se desconhece o local da forçada amaragem?

4-......

5-.....


Não acham que a história está mal contada e falta qualquer coisa?

6 comentários:

O J Lourenço Gonçalves disse...

Quanto ao ponto 2 da conclusão. Segundo o D.N.de hoje, parece que existe um vazio legal, uma vez que não está prevista esta situação, não se sabendo assim quem tem competência para dar uma ordem de abate a um avião civil que ponha em risco pessoas e bens, excluidos os casos de terrorismo.

O Manel disse...

Bom esclarecimento , que desconhecia.. Mas eu referia-me também ao avião acompanhante poder desviar os outros

O Fernão disse...

Quanto à falta de combustível não tem nada que saber. Deve vir de Espanha como vai acontecer com o hidrogénio para os submarinos e eles só nos dão uma pequena porção de cada vez como se fáz aos putos gulosos.

O J.N.Barbosa disse...

Como os aviões não param no ar a única maneira de controlar um avião com o piloto inconsciente é abatê-lo. Ou deixá-lo seguir o seu curso até cair.
O policiamento aéreo é feito sempre por parelhas de aviões a jacto, obviamente. Experimentem resolver um cinemático de intercepção com um avião lento...

O Manel disse...

Oh J.Nuno.
E deixa-se ir , vindo embora , sem saber onde vai cair?
Assim se perdeu o corpo!!!!!

O Orlando Temes de Oliveira disse...

1-Quanto ao abater o avião civil, esclarecido
2-Imagino a nervoseira quando se deram conta que havia um aéreo fora de rota e sem responder. Devem ter pemnsado: "é hoje que vamos ter coisa a sério!". De qualaquer modo ficou provada a capacidade de intercepção, o que será de sublinhar.
3-Quanto ao ponto de queda não ter sido assinalado, também não percebo. A única explicação é de os caças estarem curtos de combústível ou por terem verificado que não se tratava de "terrorismo" voltaram para trás. A vida não é fácil...