quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

A NOSSA MISSÃO

A participação militar portuguesa na missão da Força Internacional de Assistência à Segurança (ISAF) no Afeganistão vai ficar reduzida a um décimo do esforço inicial, cerca de 300 militares, que passarão a menos de trinta antes do Natal.
Segundo dados fornecidos pelo Estado-Maior General das Forças Armadas (EMGFA), Portugal tem actualmente na missão da ISAF, liderada pela NATO desde 2003, um conjunto de 74 militares, distribuídos por um «destacamento de 45 com uma aeronave de transporte logístico Hércules C-130», a que se somam mais «29 militares no Operational Mentoring and Liasion Team (OMLT) - 20 da Força Aérea, 6 da Marinha e 3 do Exército Português».
Com o fim da participação do destacamento do C-130 antes do final do mês de Dezembro, Portugal passa a contar com apenas 29 militares em território afegão, a mais baixa participação desde o início da missão da ISAF, em 2002, primeiro ano em que foram enviadas tropas portuguesas para o Afeganistão.
Portugal começou por enviar cerca de 300 militares, tendo este número sido progressivamente reduzido ao longo dos últimos anos, para aproximadamente 150 militares a partir de 2005 e uma redução mais significativa este ano, quando seguiu para Cabul a equipa de 45 militares e do C-130.
Em declarações à agência Lusa, o antigo porta-voz da ISAF, o general português Carlos Branco, defende que a participação portuguesa está «enquadrada dentro das prioridades da Aliança Atlântica», acrescentando que houve «uma alteração qualitativa da participação portuguesa», que alterou a tipologia da sua participação militar.
Questionado sobre se prevê um aumento da participação portuguesa em 2009, o general Carlos Branco preferiu «não comentar políticas do Estado português».
O ano de 2008 teve o balanço mais negativo na história da missão da ISAF, com 272 militares das forças internacionais mortos - da NATO e da coligação norte-americana.
Alguns relatórios de grupos de reflexão especializados internacionais e o aumento de atentados e ataques contra os militares da ISAF indicam um aumento do domínio talibã no Afeganistão, o que tem levado vários quadros superiores da NATO a apelarem a um reforço militar naquele país.

ASSIM NÃO DÁ

O CDS (mas podia ser outro qualquer) , perante a crise e a onda de criminalidade que se verifica , "atreveu-se" a propor uma lei em que se tomariam algumas precauções enquanto durassem os processos, para além de se promulgar uma "carta" do imigrante , que desse algumas garantias a quem o acolhe.
Parece lógico , razoável e salutar.
É só ler. Nada tem de mal , vergonhoso , xenófobo , fascista , inóquo , etc.
Que os Partidos de extrema esquerda e esquerda votem contra e chamem nomes , já nos vamos habituando , mas o PSD...
Tudo isto me faz lembrar a "ala liberal" na primavera Marcelista. Tudo o que propunha era chumbado e vaiado.
Estamos na mesma. Ou pior

Conferências na Fundação Calouste Gulbenkian

Como já vem sendo habitual, transcrevo a notícia recebida da Fundação Calouste Gulbenkian.

Um abraço


"O Serviço de Ciência da Fundação Calouste Gulbenkian, realiza no Auditório 2 da Fundação Calouste Gulbenkian (Av. de Berna, 45 A) a conferência – EVOLUÇÃO E BIOGEOGRAFIA: PORQUE HÁ TANTAS ESPÉCIES NA TERRA? – que terá lugar no dia 16 de Dezembro, às 18h00, e será proferida pelo Prof. NUNO FERRAND da Universidade do Porto. Teria muito gosto em que estivesse presente nesta iniciativa.

Poderá também assistir em directo através do site: http://live.fccn.pt/fcg/ e enviar as suas questões (darwin@gulbenkian.pt) que o orador responderá no final da sessão"

Finalmente, percebi!

Da capa da revista Visão, de hoje, reproduzo, com a devida vénia, parte do texto de capa:
"Nove dos portugueses mais ricos perderam 9 952 000 000 euros em 2008...".

É, assim, de toda a justiça que as autoridades deste jardim à beira mar plantado ajudem estes coitadinhos!

Razão tinha o OCeano Grillo quando, em 1975, perante uma "manif" gritando na Rua do Arsenal "Os ricos que paguem a crise", retorquiu: Não, os pobres que paguem a crise, por duas razões - primeira, porque estão habituados e segunda porque, sendo muitos, não se nota tanto!

Sobre a crise, recomendo a leitura do artigo de opinião de Ricardo Araújo Pereira, na secção "Boca do Inferno" desta mesma revista, intitulado "A Crise Está em Crise"

Isto é que vai uma crise!!!

Ainda o almoço (OC) do dia 09Dez08

Para complementar a reportagem do Allen aqui vão mais algumas fotos.

BubbleShare: Share photos - Play some Online Games.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

COISAS BOAS


3 Deputados da Comissão Parlamentar de Defesa, Dr. Rui Gomes da Silva , Coronel Marques Junior , Dr. João Rebelo.
Plateia de excelência.
No Instituto Amaro da Costa.

Almoço OCeano de 9.12.2008

A pedido do autor, Trigo Allen, aqui estão fotos do nosso almoço de ontem.

BubbleShare: Share photos - Easy Photo Sharing

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Almoço OC (09Dez08)

Foi durante o último almoço OCeânico, enquanto os parceiros degustadores aguardavam a chegada da "meia-desfeita (de bacalhau)", que um mais inspirado comensal decidiu dar largas ao seu talento pictórico e elaborar, usando pincel metálico de quatro pontas e espátula de risco ao lado, uma interessante e delicada obra de arte, uma singela natureza morta, que a todos encantou. La voilà!!!

Chamo a vossa atenção para a qualidade e concorrência das cores, para a originalidade dos salpicos esverdeados e dos flocos brancos, estes últimos certamente alusivos à época que se aproxima. Enfim, uma obra que mostra claramente a sensibilidade do autor. Obrigado ... Manel!!!

Operação Atalanta


A União Europeia lançou uma operação naval anti-pirata na região do Corno de África com o nome de Atalanta, comandada a partir de Northwood, R.U., e de OTC grego. Não percebi ainda se Portugal manda um navio ou só um oficial para o Estado-Maior, as notícias são contraditórias.
O quadro jurídico da missão é um bocado complexo. Vai sob mandato das N.U. e com o consentimento do pseudo governo da Somália para os navios entrarem no seu mar territorial. A base jurídica é uma convenção de 1988 para a Supressão de Actos Ilegais Contra a Segurança Marítima, que cobre a tomada de navios pela força, a violência contra o pessoal de bordo, e a colocação de dispositivos explosivos. As provisões sobre a abordagem são complicadas; implicam autorização dos estados de bandeira se os países forem signatários e uma resposta em quatro horas. Diz que se deve evitar a força, garantir a segurança das vidas no mar, respeitar a dignidade humana, não danificar o ambiente (!) e evitar detenções indevidas. Enfim, uma receita para vê-los fugir. Estou a imaginar um navio português a afundar um semi-rígido e logo de seguida um burburinho nos jornais e na Assembleia, com o ministro a desfazer-se em explicações sobre piratas bons e piratas maus, combustível derramado e direitos dos detidos...
O Solana diz que as Regras de Empenhamento são robustas, mas disso estamos já fartos. Era bom que fossem públicas e que o poder político nacional soubesse o que significam ( em toda a minha vida vi sempre os políticos faltarem aos exercícios de gestão de críses...).

O nome da operação não dá para entender. Atalanta era uma bela virgem muito rápida a correr. Combinou com o pai que só casaria com quem fosse mais rápido do que ela. Se o pretendente a desafiasse e perdesse seria morto. Assim, muitos pretendentes foram executados. Porém, um seu apaixonado de nome Hipomenes, sabendo que não a podia bater rogou a Afrodite que o ajudasse. Esta condoeu-se do pobre e resolveu ajudar. Deu-lhe três maçãs de ouro que ele devia deitar fora ao longo da corrida, distraindo Atalanta que abrandava para as apanhar. E assim foi, ela apanhou as maçãs e perdeu a corrida!

Alguém é capaz de ver a relação com a pirataria?

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

A Sarah Palin portuguesa

Como é do conhecimento geral Sarah Palin foi o factor decisivo na vitória eleitoral de Obama. De facto, quando começaram as primárias democratas, ninguém dava dois tostões por ele na luta com Hillary. Mas ele lá foi e bateu a então considerada grande favorita. Depois, no início da campanha presidencial, a situação repetiu-se e quase todo o mundo apostava em McCain. Ora, para grandes males, grandes remédios e o "staff" de Barak tratou de endrominar a "crise" de modo a abater o rival republicano. Mas a vitória ainda não era segura, era preciso um toque/empurrão final e foi então que apareceu Sarah, uma agente democrata "undercover" (sei-o agora de fonte segura) a minar o campo republicano. Resultado: em menos de duas semanas de entrevistas e tomadas de posição suicidárias a senhora Palin enterrou o candidato McCain e lançou definitivamente Barak Obama para a vitória final. Foi a cereja em cima do bolo democrata.
Sempre atento a estas manobras o PS cá do burgo, com a originalidade a que já nos habituou, decidiu seguir um rumo parecido e que tão bons resultados tinha dado no outro lado do Atlântico. José Sócrates já hostilizara meio país ... ele eram os professores e outros funcionários públicos, ele eram os militares e outras forças da ordem, os médicos e enfermeiros, os reformados, as PME, os agricultores, os pescadores, etc, etc, etc, ... e as legislativas a aproximarem-se a passos largos com perspectivas eleitorais um pouco sombrias. Ora como por cá o CDS/PP, o PCP e o BE estão "proibidos" de ganhar eleições e apenas o PPD/PSD e o PS o podem fazer, tornava-se essencial abater os laranjas e, simultâneamente, tentar manter a maioria absoluta a todo o custo. Era necessário fazer alguma coisa. Primeiro era preciso pôr a crise a trabalhar para, e a favorecer, o governo e isso mesmo foi feito ... de repente, e depois de três anos de aperto financeiro, já havia dinheiro (aos milhões) para tudo e mais alguma coisa (BPN, BPP, indústria automóvel, …). Mas a coisa não era suficiente, era preciso mais, o tal golpe de chanata final.
Lembraram-se então da senhora Palin e vai daí conseguiram, usando técnicas absolutamente maquiavélicas, colocar a chefiar o partido rival nada mais, nada menos do que uma agente socialista infiltrada. Já adivinharam quem é … claro, é MFL. Esta senhora começou imediatamente a enterrar o PSD e parece que o seu trabalho está a dar resultados muito bons o que prova que ainda vale bem a pena copiar os métodos usados nos EUA.
Este fim-de-semana (longo) ficamos a saber que o PS está outra vez no limiar da maioria absoluta e que o PSD vai ficando completamente esfrangalhado … bom trabalho, sim senhora!!!
Segue-se uma imagem da agente infiltrada tentando não ser reconhecida.


(Nota final: Esta “estória” não é uma total ficção. A eventual semelhança com factos da vida real não é pura coincidência)

sábado, 6 de dezembro de 2008

BPN

(Para ampliar, "clicar" na imagem)
Esperemos que o lugar não seja muito perto do de Oliveira Costa.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

O vinho

Celebremos então o vinho já que, nos tempos que correm, pouco mais há a celebrar ... aliás isto só se leva (razoavelmente) um tanto avinhado (como diria o fiscalista).

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

O "Ti ALFREDO" deve estar furioso

No passado dia 25 de Novembro, o Ministério da Defesa Nacional anunciou a extinção do Arsenal do Alfeite, a mais importante empresa pública do Concelho de Almada, fundamental do ponto de vista económico e social, com forte impacto a nível local e regional, como no plano estratégico da defesa e soberania nacionais, garantindo a operacionalidade da Marinha Portuguesa.
Anuncia assim a intenção de criar a Arsenal do Alfeite, Sociedade Anónima, empresa tutelada pela EMPORDEF, na lógica da desresponsabilização do Estado face à economia e ao aparelho produtivo nacional, caminhando para a entrega aos privados de mais uma importante empresa de construção e reparação naval, empresa estratégica para a defesa e soberania nacionais e para o desenvolvimento do País.
O ataque que desde há muito tem vindo a ser realizado pelos sucessivos governos contra o Arsenal do Alfeite, integra-se na ofensiva que tem vindo a ser feita contra a indústria naval, com a entrega ao grande capital de empresas nacionalizadas de prestígio internacional, produzindo a destruição de milhares de postos de trabalho, precarizando outros tantos e destruindo uma grande potencialidade nacional. O concelho de Almada já assistiu às consequências desta política com o encerramento da Lisnave na Margueira.
Este ataque conduziu, propositadamente e particularmente desde a década de 90, ao desaproveitamento e não modernização dos meios tecnológicos e humanos, à sua não adaptação às exigências que se colocam ao exercício da actividade de sempre do Arsenal, desde o século XIV, e enquadra-se no objectivo de privatizar tudo aquilo que, segundo a sua concepção e opção, o Estado não esteja vocacionado para fazer, mas os privados sim.
O Governo do PS, agindo em conformidade com a essa concepção, pretende, sob o argumento do desajustamento estrutural do Arsenal de que é responsável e da necessidade de modernização e requalificação, entregar ao sector privado um estabelecimento industrial público, com enormes potencialidades técnicas e humanas, cuja credenciação e qualidade dos trabalhos executados é reconhecida internacionalmente, e que desde sempre esteve e está vocacionado para servir a Marinha Portuguesa e Portugal e contribuir para a defesa da soberania do País.
O Ministério da Defesa Nacional diz garantir a ligação da nova empresa à Marinha Portuguesa mas, de facto, nada pressupõe que assim seja, ficando a nova empresa submetida aos ditames do mercado nacional e internacional e à lógica do lucro, colocando em segundo plano a Marinha, os trabalhadores e a defesa e soberania nacionais.
O Governo diz que a Arsenal do Alfeite, S.A., terá 100% capitais públicos mas não diz que também a OGMA era tutelada pela EMPORDEF e agora 65% do seu capital pertence a EMBRAER, empresa multinacional brasileira. Tendo sido semeado todo um investimento pelo Estado, os lucros são depois colhidos pelos privados.
Esta decisão do governo, que repudiamos com toda a energia, é feita sem consulta e à margem da opinião dos trabalhadores e dos seus órgãos representativos, merecendo forte contestação por parte dos trabalhadores do Arsenal e da população de Almada, que saudamos calorosamente.
São graves as afirmações do Ministério da Defesa Nacional que, dizendo que todos os direitos e garantias dos trabalhadores estão assegurados, clarifica que o quadro de pessoal definitivo só será definido pela administração da Arsenal do Alfeite S.A., e que estudos recentes apontam para um quadro de pessoal com menos 400 trabalhadores.
Afirma que “só com a colaboração dos trabalhadores será possível levar o Arsenal do Alfeite a novos patamares de desenvolvimento”, quando apenas recebeu a Comissão de Trabalhadores minutos antes de anunciar a decisão, ignorando por completo a Comissão Sindical e as reivindicações apresentadas.
Anuncia também que os trabalhadores poderão celebrar contratos individuais de trabalho com a nova empresa, ocupar vagas disponíveis noutros organismos da Administração Pública ou integrar o regime de mobilidade especial. Tal retrocesso social e laboral, só pode merecer o mais firme repúdio por parte dos trabalhadores, que vêem assim os seus direitos conquistados ao longo de décadas completamente destruídos.
O PCP rejeita a criação da Arsenal do Alfeite, S.A. e defende o reforço do investimento do Estado no actual Arsenal do Alfeite, garantindo a estabilidade, a modernização e o futuro do estaleiro. Combatemos a intenção da privatização do Arsenal do Alfeite e exigimos que se mantenha a sua natureza pública e a ligação à Marinha, garantindo a operacionalidade e funcionamento da Armada Portuguesa, protegendo a economia e soberania nacionais, o emprego e os direitos dos trabalhadores.
Assim, exigimos:
- A manutenção do papel público do Arsenal, como estaleiro integrado na Marinha;
- A responsabilização do Estado no que toca à recuperação das infra-estruturas e equipamento do estaleiro;
- O investimento na modernização tecnológica e material necessário para o cumprimento de todos os trabalhos executados;
- Melhor formação profissional e valorização dos trabalhadores, nomeadamente através da vertente salarial;
- Uma aposta em novos projectos e construções (lanchas rápidas, patrulhas e navio de combate à poluição) e não só na manutenção e reparação da frota existente;
- A contratação de mais trabalhadores efectivos de maneira a dar resposta ao trabalho existente e a formar novas gerações;
- A confirmação do vínculo público de todos os trabalhadores.
Apelamos para que os trabalhadores e a população de Almada, elevem a luta desenvolvida até aqui a um patamar mais elevado. A unidade e luta dos trabalhadores do Arsenal do Alfeite, em conformidade com a sua heróica história de resistência, poderá denunciar o ataque de que são alvo, para que a culpa não morra solteira, e criar as condições para a defesa dos postos de trabalho, dos direitos e de um Arsenal do Alfeite público, ao serviço da Marinha, dos trabalhadores e do país.

Fonte: A Concelhia de Almada do Partido Comunista Português

E eu digo porque aqui pus o "Ti Alfredo" . é que ele trabalhou no Arsenal , como marceneiro, e agora deve estar a dar voltas na tumba.


Conferência do MDN

Como antigo auditor dos Cursos de Defesa nacional recebi um convite para assistir a uma conferência do MDN, esta tarde, no Instituo de Defesa Nacional.
Certamente que estava programada há meses! Mas não deixa de ser curiosa a coincidência. Depois uma palavras de um general reformado que foram consideradas como extemporâneas e desajustadas eis que o 1º Ministro vai falar na abertura do ano lectivo nos Altos Estudos Militares e agora o Ministro também vai dizer coisas sobre os militares!
Certamente que são coisas redondas, com têm sido habitual...
Espero que os militares não se sintam obrigados a estar presentes e perderem o seu tempo. A menos que queiram figurar na fotografia da “brigada do reumático II”.

O Banco Alimentar

De acordo com as informações tornadas públicas a recolha de donativos para o Banco Alimentar durante o último fim de semana ultrapassaram as 1900 ton, ou seja mais 19% que no ano anterior.
Notável o espirito de solidariedade que este nosso povo demosntra. Em altura de aperto de carteira aumenta a ajuda para aqueles que menos têm.
Menos notável é a atitude da classe política, e do governo em particular, que nem uma palavra tem sobre esta atitude do povo a quem tudo exigem. Quem viu um membro dum partido colaborar na recolha ou fazer um comentário. Claro que para estarem presentes numa inauguração ou na oferta de um computador sempre atentos e até 1º Ministro aparece! Não sabem ou não querem resolver os problemas dos portugueses e ainda ignoram quem vem minimizar a situação.
Pobre País que consegue gerar tal raça de políticos!