Ou... o doido sou eu?
Na nesma página da edição em papel, vinha uma foto de um agente da GNR a vigiar a nossa costa de... binóculos! Ao lado, uma pequena caixa com a informação da GNR de que não necessitava da ajuda ds Forças Armadas para aquele efeito.
A notícia da cedência a Espanha da vigilância da nossa costa portuguesa, por mais barata que se apresente agora, porque não o irá ser seguramente a médio ou a longo prazo, fez-me recordar aquela história da fusão de Portugal e Espanha, na óptica espanhola.
Rezava assim: Os dois paises passavam a constituir um só e o 1º Governo era dado de mão beijada a portugueses; daí para a frente era formado com base em eleições directas.
Custa-me a acreditar, melhor, não acredito, que haja almoços grátis.
Já agora e na sequência lógica daquele critério economicista, porque não pensar em economizar uns patacos, convencer (talvez não fosse preciso, bastaria apenas propor-lhes o que eles aceitariam de braços abertos) os nuestros hermanos - espero que apreciem esta jogada antecipada de adaptação linguistica - em tomar a seu cargo a nossa Defesa Nacional e acabar de vez com este cancro delapidador de recursos que são as Força Armadas, recursos que o Governo muito melhor empregaria noutros sectores, não só públicos mas também privados, nomeadamente em auxílio de quem todos estamos a pensar?








